Perseguidos, mas não abandonados

Sábado, 27 de Dezembro

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Alegrem-se sempre no Senhor. Repito; outra vez digo: alegrem-se!” (Filipenses 4:4).

Leituras da semana:
Efésios 3:1; 2 Coríntios 4:7–12; Atos 9:16; Filemom 15, 16; Colossenses 4:9; Filipenses 1:1–3; Colossenses 1:1, 2.
Um pastor Adventista, preso sob falsas acusações, passou quase dois anos atrás das grades. Embora, no início, estivesse profundamente perplexo, ele percebeu que a prisão era seu campo missionário dado por Deus. Quando os outros presos souberam que ele era pastor, pediram que pregasse. Ele pregou e também distribuiu literatura.Chegou até a batizar presos e a conduzir serviços de Santa Ceia.

“Às vezes”, ele admitiu, “era difícil ministrar na prisão, mas também havia alegria, especialmente quando se via orações respondidas e vidas transformadas”.

Paulo escreveu as epístolas aos Filipenses e aos Colossenses quando estava na prisão (ver Filipenses 1:7; Colossenses 4:3). De fato, na própria cidade de Filipos, depois que Paulo e Silas foram injustamente acusados, o carcereiro colocou “os pés deles no tronco” (Atos 16:24). À meia-noite, eles estavam “orando e cantando hinos a Deus, e os outros presos os escutavam” (Atos 16:25). Verdadeiramente, eles sabiam como “regozijar-se sempre”.

Nesta semana, analisaremos as circunstâncias que Paulo enfrentou. Ele enxergava um propósito maior em tudo o que lhe aconteceu, e talvez possamos aprender com ele quando nós, como inevitavelmente acontece, enfrentarmos nossas próprias provações.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 03 de Janeiro.

Domingo, 28 de Dezembro

As epístolas aos Filipenses e aos Colossenses são chamadas de Epístolas da Prisão porque foram escritas enquanto Paulo estava preso (as outras são Efésios e Filemom). A maioria dos comentaristas acredita que elas foram escritas enquanto Paulo estava em Roma, por volta do ano 60–62 d.C. (ver Atos 28:16).

Leia Efésios 3:1 e Filemom 1. Como Paulo descreveu sua prisão? Qual era a importância disso para sua missão?

Paulo entregou sua vida ao serviço de Jesus Cristo. Se esse serviço incluísse ser prisioneiro, ele estava pronto. Paulo descreve a si mesmo como “an ambassador in chains” (Efésios 6:20). Ele havia realizado viagens missionárias, levantando igrejas e treinando obreiros para o Senhor. Ele pode ter perguntado: “Por que estou aqui, quando poderia estar fazendo muito mais sem estas correntes?” Paulo também foi preso mais tarde, quando escreveu 2 Timóteo, que é considerada uma Epístola Pastoral. Assim, pelo menos cinco livros do Novo Testamento foram escritos enquanto ele estava na prisão.

Em nenhuma das epístolas da prisão Paulo menciona exatamente onde estava encarcerado; por isso, alguns sugerem Éfeso ou Cesareia. Contudo, não há evidência bíblica de que Paulo tenha sido preso em Éfeso. Cesareia pode parecer uma possibilidade mais provável, exceto pelo fato de que não havia uma ameaça aparente à vida de Paulo nessa cidade. No entanto, essa ameaça é claramente perceptível na época em que Filipenses foi escrita (ver Filipenses 1:20; Filipenses 2:17).

Essa epístola nos fornece outras pistas sobre onde Paulo estava no momento de seu aprisionamento. Primeiro, havia um pretório. Esse termo pode se referir à residência oficial de um governador provincial, como a de Jerusalém, onde Jesus foi interrogado por Pilatos (Mateus 27:27; João 18:33), e também em Cesareia, onde Paulo esteve preso (Atos 23:35). Porém, Paulo claramente usa esse termo não para indicar um lugar, mas em referência a pessoas. Ele afirma que “the whole palace guard” se tornou familiarizada com o evangelho (Filipenses 1:13). Em Roma, esses eram soldados de elite, cerca de quatorze mil, que protegiam o imperador e vigiavam seus prisioneiros.

Em segundo lugar, Paulo também envia saudações dos crentes da “Caesar’s household” (Filipenses 4:22). Isso indica que Paulo era prisioneiro em Roma e mantinha contato com aqueles que serviam à casa imperial.

Como tirar proveito das dificuldades? Por que isso nem sempre é algo fácil de fazer?

Segunda, 29 de Dezembro

Enquanto estava na Macedônia, Paulo menciona várias prisões (2 Coríntios 6:5; 2 Coríntios 11:23; 2 Coríntios 7:5). O primeiro caso registrado ocorreu em Filipos (Atos 16:16–24). Mais tarde, ele foi preso brevemente em Jerusalém, antes de ser transferido para a prisão em Cesareia.

Em outro lugar, Paulo menciona estar “in my chains” (Filemom 10, 13). Embora estivesse em prisão domiciliar em Roma, ele permanecia acorrentado a um soldado romano de elite. Inácio, um cristão do início do século II, que foi acorrentado dessa mesma forma, descreveu os soldados como se comportando como “feras selvagens. . . que só pioram quando são bem tratada”. — Michael W. Holmes, ed., The Apostolic Fathers (Grand Rapids, MI: Baker Academic, 2007), p. 231.

Como Paulo conseguia suportar as provações? Qual era o foco de sua vida? 2 Coríntios 4:7-12

Por mais difícil que a vida se tornasse, Paulo era capaz de enxergar um lado mais luminoso, e isso lhe dava coragem para suportar a pressão. Apesar de Satanás lançar contra ele tudo o que podia, Paulo sabia que não estava abandonado.

Quais recursos espirituais Paulo tinha para enfrentar as dificuldades? 2 Coríntios 6:3-7

Muitas vezes, podemos ser tentados a olhar para nossas circunstâncias, nossas fraquezas ou nossos fracassos passados e ficar desanimados. É em momentos como esses que precisamos lembrar-nos de todas as maravilhosas provisões que Deus fez para o nosso sucesso na luta contra o mal. Uma das mais importantes é a própria Bíblia, “a palavra da verdade” (2 Coríntios 6:7), pois podemos aprender com os erros de outros e também aprender como essas pessoas tiveram êxito.

Além disso, o Espírito Santo “torna eficaz aquilo que foi realizado pelo Redentor do mundo. É pelo Espírito que o coração é purificado. Por meio do Espírito, o crente se torna participante da natureza divina. Cristo concedeu Seu Espírito como um poder divino para vencer todas as tendências hereditárias e cultivadas para o mal, e para imprimir Seu próprio caráter em Sua igreja.” — Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 540.

Como mostrar que somos “ministros de Deus” (2 Coríntios 6:4)? O que isso significa?

Terça, 30 de Dezembro

Durante a segunda viagem missionária de Paulo, pouco depois de Timóteo ter sido acrescentado à equipe, eles foram impedidos pelo Espírito Santo de continuar atravessando a Ásia Menor (Ato 16:6). Assim, durante uma visão noturna, Paulo viu um homem que lhe suplicava: “‘come over to Macedonia and help us’” (Atos 16:9). Imediatamente, eles seguiram para o porto mais próximo da Macedônia e navegaram de Trôade, atravessando o mar Egeu, até Neápolis, já no continente europeu. Porém, em vez de evangelizar ali, Paulo, Silas, Timóteo e Lucas, que se juntou a eles em Trôade (como indica o uso de “we” em Atos16:11), seguiram para Filipos.

Em sua atividade evangelística, Paulo sempre pensava de maneira estratégica. Filipos era “the chief city of that part of Macedonia” (Atos 16:12). De fato, era uma das cidades mais honradas do Império Romano, tendo recebido o status de Ius Italicum — a mais alta designação que uma cidade poderia receber. Seus cidadãos possuíam os mesmos privilégios como se a cidade estivesse localizada na Itália, incluindo a isenção do imposto sobre a terra e do imposto per capita, e qualquer pessoa nascida na cidade tornava-se automaticamente cidadã romana. Filipos também era uma parada importante ao longo da Via Egnátia, a principal estrada terrestre que ligava Roma ao Oriente. Estabelecer ali uma presença cristã significativa possibilitou levar o evangelho a muitas outras cidades próximas, incluindo Anfípolis, Apolônia, Tessalônica e Bereia (ver Atos 17:1, 10).

Curiosamente, a língua oficial de Filipos no primeiro século era o latim, como evidenciado pela predominância de inscrições latinas. Em Filipenses 4:15, Paulo inclusive se dirige a eles com um nome de sonoridade latina, Philippēsioi, aparentemente em reconhecimento de seu status romano especial. No entanto, o grego era a língua do mercado, das cidades e povoados ao redor, e o meio pelo qual o evangelho era difundido.

Lucas descreve como Paulo e sua equipe se uniram a pessoas para oração à beira do rio, onde Lídia e sua casa se converteram (Atos 16:13–15). Sendo uma mulher de negócios (“a seller of purple”), ela teria sido uma das principais apoiadoras financeiras do ministério de Paulo em Filipos. O tempo que Paulo e Silas passaram na prisão ali resultou na conversão de outra família inteira — a do carcereiro.

O Espírito Santo sabia que Filipos seria a base ideal para a propagação do evangelho por toda a Europa, embora também houvesse perseguição. Por mais maligna que seja, a perseguição pode, em determinadas circunstâncias, permitir que o evangelho alcance pessoas que, de outra forma, talvez nunca fossem alcançadas.

Leia Atos 9:16. Deus revelou a Paulo os desafios que o apóstolo enfrentaria por causa do nome de Jesus. Isso sugere que nós também enfrentaremos dificuldades?

Quarta, 31 de Dezembro

Não há registro de que Paulo tenha alguma vez visitado Colossos, o que, mais uma vez, nos diz algo sobre a eficácia de sua estratégia evangelística. Primeiramente, foi Epapras, um morador de Colossos (Colossenses 4:12), quem levou o evangelho àquela cidade (Colossenses 1:7). Mas como ele se converteu? Muito provavelmente, isso ocorreu em meados da década de 50, quando Paulo estava na vizinha Éfeso e “todos os habitantes da província da Ásia ouviram a palavra do Senhor” (Atos 19:10; compare Atos 20:31).

O livro do Apocalipse testemunha quão amplamente o evangelho se espalhou por toda essa região (Apocalipse 1:4). A explicação mais plausível para esse sucesso, incluindo sua propagação até Colossos, é o trabalho dos convertidos de Paulo, que ouviram a mensagem primeiramente em Éfeso, a cidade mais importante da Ásia Menor e um grande porto. Epapras ouviu a pregação de Paulo em Éfeso e, tornando-se um de seus cooperadores, levou o evangelho de volta à sua cidade natal, Colossos.

A própria cidade, localizada a cerca de nove milhas (15 quilômetros) a sudeste de Laodiceia, está apenas agora sendo escavada; por isso, sabemos menos sobre ela em comparação com as cidades mais proeminentes da região. Sabe-se que havia ali uma expressiva população judaica, com “as many as ten thousand Jews living in that area of Phrygia”. — Arthur G. Patzia, New International Biblical Commentary: Ephesians, Colossians, Philemon (Peabody, MA: Hendrickson Publishers Inc., 1990), vol. 10, p. 3. Moedas cunhadas em Colossos indicam que o povo dali, como em muitas cidades romanas, adorava uma variedade de deuses.

As práticas pagãs e as fortes influências culturais, evidentemente, apresentavam aos cristãos locais grandes desafios, não apenas na evangelização da cidade, mas também para permanecerem fiéis à pureza da fé do evangelho. Outro cristão proeminente em Colossos foi Filemom, que pode ter se convertido aproximadamente na mesma época que Epapras.

Leia Filemom 15, 16 e Colossenses 4:9. Que atitudes Paulo sugeriu, de forma sutil, que Filemom tomasse em relação a Onésimo?

Embora a lei romana exigisse que Paulo devolvesse Onésimo a Filemom, Paulo apela ao coração e à consciência de Filemom como companheiro na fé e o exorta a tratar Onésimo não como escravo, mas como irmão (Filemom 16).

Por mais que repudiemos a escravidão, como entender os conselhos do apóstolo a Filemom? (É interessante que, no período da escravidão nos Estados Unidos, Ellen White orientou os Adventistas a desafiar a lei que exigia a devolução de escravos fugitivos?)

Quinta, 1 de Janeiro

A saudação típica de Paulo em suas epístolas chama os cristãos desses lugares de “santos”; ou seja, por meio do batismo, eles foram separados como povo especial de Deus, assim como o povo de Israel, por meio da prática da circuncisão (Êxodo 19:5, 6; compare 1 Pedro 2:9, 10), havia sido separado como uma “nação santa”. (Isso não tem absolutamente nada a ver com a prática da igreja romana de canonizar pessoas como “santos”.)

Também é interessante o paralelo entre as saudações dessas duas epístolas. Paulo se refere a “supervisores e diáconos” (Filipenses 1:1) em Filipos e a “irmãos fiéis em Cristo” (Colossenses 1:2) em Colossos. Quando o Novo Testamento fala de “irmãos fiéis”, eles têm um ministério específico na igreja (ver Efésios 6:21; Colossenses 4:7; 1 Pedro 5:12). Assim, parece que Paulo se dirige não apenas aos membros da igreja, mas também aos líderes da igreja nessas cidades. A referência a cargos que são mais especificamente descritos em outros lugares (por exemplo, 1 Timóteo 3:1–12; Tito 1:5–9) atesta a existência e a importância da organização desde os primeiros tempos da igreja.

Treinar cooperadores como Timóteo e Epapras e prover para a liderança das igrejas locais era uma prioridade para Paulo e fortalecia seus esforços evangelísticos. Em outras palavras, havia uma abordagem estratégica tanto para o alcance quanto para a retenção. Nossos pioneiros Adventistas seguiram o modelo de organização da igreja do Novo Testamento, como mostram muitos artigos da Advent Review and Sabbath Herald da década de 1850. De fato, James White disse: “A ordem divina do Novo Testamento é suficiente para organizar a igreja de Cristo. Se mais fosse necessário, teria sido dado por inspiração.” — “Gospel Order,” Advent Review and Sabbath Herald, 6 de dezembro de 1853, p. 173. Muito antes de Paulo escrever para essas igrejas, os apóstolos já haviam começado a nomear oficiais para a igreja em Jerusalém (ver Atos 6:1–6; Atos 11:30), que “serviria de modelo para a organização das igrejas em todos os outros lugares onde os mensageiros da verdade conquistassem conversos para o evangelho.” — Ellen G. White, O Atos dos Apóstolos, p. 58.

É bem sabido que Paulo usava assistentes literários às vezes na composição de suas epístolas. Timóteo também é mencionado como co-remetente em outros lugares (ver, por exemplo, 2 Coríntios 1:1; Filemom 1). O fato de Paulo passar a usar “eu” em vez de “nós” mostra que sua autoridade está por trás dessas epístolas também.

Sexta, 2 de Janeiro

“Deus escolheu você para a salvação mediante a santificação pelo Espírito e a fé na verdade. Portanto, permaneça firme... Se você servir a Deus fielmente, encontrará preconceito e oposição; mas não se irrite quando sofrer injustamente. Não se vingue. Mantenha sua integridade em Jesus Cristo.

Volte o rosto como se fosse de pedernal para o céu. Deixe que os outros falem suas próprias palavras e sigam seus próprios caminhos; para você, cabe prosseguir na mansidão e humildade de Cristo. Realize seu trabalho com propósito firme, pureza de coração, toda a sua força e vigor, apoiando-se no braço de Deus. A verdadeira e elevada natureza de seu trabalho você talvez nunca conheça. O valor de sua existência só pode ser medido pela vida que foi dada para salvá-lo...

“Pois toda alma que está crescendo em Cristo enfrentará momentos de luta intensa e prolongada, porque os poderes das trevas estão determinados a impedir o avanço. Mas quando olhamos para a cruz de Cristo em busca de graça, não podemos falhar. A promessa do Redentor é: ‘Nunca te deixarei nem te desampararei.’ (Hebreus 13:15) ‘Eu estou convosco todos os dias, até a consumação do século.’” — (Mateus 28:20 Ellen G. White, em The Youth’s Instructor, 9 de novembro de 1899).

Questões para discussão:

Paulo foi preso várias vezes, sempre de forma injusta. Como você reage quando é tratado de maneira semelhante injusta? Que promessas bíblicas trazem conforto nesses momentos?

Tertuliano, líder da igreja antiga, afirmou: “Quanto mais somos cortados por vocês, mais numerosos nos tornamos; o sangue dos cristãos é uma semente” (Alexandre Roberts e James Donaldson, eds., Ante-Nicene Fathers [Hendrickson, 1999], v. 3, p. 55). No entanto, a perseguição dificultou o cumprimento da missão. Como apoiar os perseguidos por sua fé?

Apesar das dificuldades, Paulo escreveu: “Alegrem-se sempre” (Filipenses 4:4). É possível ser alegre quando alguém que você ama está doente ou falece, ou quando passamos por outras lutas? A chave para compreender essa passagem é perguntar: “Devemos nos alegrar sempre em quê?” Ou seja, independentemente da situação, qual é o fundamento da nossa alegria?

Informativo mundial da Missão

Uma mulher australiana começou a olhar com mais atenção para os projetos missionários do Décimo Terceiro Sábado quando sua igreja incentivou os membros a oferecer mais do que apenas o que tinham nos bolsos no último Sábado de cada trimestre.

Marilene Stevenson lembrou-se de uma época em que os membros da igreja faziam bolos e cultivavam legumes para vendê-los, a fim de arrecadar dinheiro para projetos de investimento da Escola Sabatina. Ela se perguntou se poderia fazer algo semelhante e doar o dinheiro para a Oferta do Décimo Terceiro Sábado, também conhecida como Oferta do Projeto Missionário Trimestral.

Marilene não tinha tempo nem disposição para fazer bolos ou cultivar legumes. No entanto, ela havia começado a usar um spray para garganta que achou útil e vinha recomendando a outras pessoas. Quando outros demonstraram interesse no produto, Marilene teve a ideia de comprá-lo no atacado e revendê-lo, destinando qualquer lucro diretamente à Oferta do Décimo Terceiro Sábado.

Esse primeiro investimento no spray para garganta motivou Marilene a procurar outras maneiras de arrecadar dinheiro para a missão.

“Tudo começou com eu comprando coisas que eu queria,” disse ela. “Mas descobri que as coisas que gosto de comprar também são as coisas que outras pessoas querem; elas só não têm tempo para ir comprar!”

Trabalhando com fazendas e fábricas locais, Marilene conseguiu adquirir produtos saudáveis a preço de atacado e vendê-los para familiares e amigos mais baratos do que no varejo. Ao longo dos anos, ela vendeu frutas exóticas, tofu fresco e produtos veganos especiais. Também fez arranjos florais e os vendeu em datas especiais, como o Dia das Mães.

“Isso me dá uma sensação incrível,” disse ela. “Estou ajudando as pessoas para quem vendo os produtos e, ao mesmo tempo, arrecadando dinheiro para uma boa causa.”

Desde que começou a investir, Marilene tem arrecadado entre 300 e 600 dólares australianos (US$200 a US$400) a cada trimestre para os projetos missionários do Décimo Terceiro Sábado.Ela incentiva todos os membros da igreja a oferecer generosamente para os projetos do Décimo Terceiro Sábado, mesmo que isso exija um investimento para doar um pouco mais.

“Espero que isso inspire outros a fazerem algo mais do que uma oferta simbólica, como eu estava fazendo,” disse ela. “Deus realmente me abençoou com uma experiência direta de Sua grande fidelidade. Como eu poderia não querer compartilhar isso?”

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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