Viver com Cristo

Sábado, 7 de Março

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).

Leituras da semana:
2Colossenses 3:1-17; Romanos 1:18; 6:1-7; Efésios 4:22-24; Deuteronômio 7:6-8; 1Samuel 16:23
É comum ouvir que não devemos ser tão focados no Céu a ponto de nos tornarmos inúteis na Terra. Embora isso faça sentido, Paulo apresenta, em Colossenses 3, um conceito igualmente importante: se estivermos excessivamente focados na Terra, seremos de pouca utilidade para Deus. Ele chama a atenção para princípios práticos e concretos que vêm do Céu, e só são compreendidos pelos que foram “ressuscitados juntamente com Cristo” (Colossense 3:1).

Seus conselhos são diretos e aplicáveis a todas as áreas da vida, fortalecendo nossos relacionamentos na igreja e na sociedade.

Jesus disse: “Amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês, para demonstrarem que são filhos do Pai de vocês, que está nos Céus. Porque Ele faz o Seu sol nascer sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5:44, 45). Se quisermos viver esse princípio impossível e ser úteis para Deus, precisamos ter a mente voltada para o Céu.

Nesta semana, veremos que viver com Cristo pode transformar nossa vida agora e por toda a eternidade.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 14 de Março.

Domingo, 8 de Março

Leia Colossenses 3:1-4. Que condição Paulo apresenta como essencial para o desenvolvimento de uma mentalidade celestial? O que isso significa para você?

Do alto de uma montanha, é possível observar uma vasta paisagem que se estende ao seu redor. Desde tempos imemoriais, as montanhas têm sido frequentadas por aqueles que buscam uma experiência mais próxima de Deus (Salmos 121:1 e 2). Até mesmo montanhas feitas pelo homem, chamadas zigurates, foram construídas por pagãos com um propósito semelhante—encontrar-se com os deuses. Curiosamente, a cidade de Ur, da qual Abraão foi chamado a sair, possuía um zigurate muito grande, visível a quilômetros de distância. Mas mudar de elevação nunca, por si só, aproximará alguém do céu em um sentido espiritual. O esforço humano jamais poderia.

Em vez disso, somente por meio de um milagre da graça, pelo qual morremos com Cristo e somos ressuscitados com Ele (figurat­ivamente representado pelo batismo [Colossenses 2:12 e 13]), é possível aproximar-se do céu.

Observe que, desde o início de Colossenses capítulo 3, há uma ênfase repetida no que está acima, isto é, no que há no céu: “as coisas que estão acima”, “onde Cristo está”, “as coisas do alto”, “com Cristo em Deus”, “com Ele em glória” (Colossenses 3:1 a 4).

De fato, há muito na vida cristã que desafia explicação. Como uma pessoa pode realmente “morrer” e “ressuscitar” quando, para todos os efeitos, continua a mesma pessoa e não teve experiência de vida e morte alguma? Há muito que não faz sentido para a mente natural, não influenciada pelo Espírito Santo. Mas para aqueles que são espiritualmente conscientes, porque receberam o novo coração prometido por Deus, a morte para o pecado e a ressurreição com Cristo são realidades genuínas. Como afirma o hino: “Você me pergunta como sei que Ele vive? Ele vive dentro do meu coração.”

Mesmo assim, Paulo dá essas instruções porque há uma necessidade constante de que essa vida espiritual seja renovada (2 Coríntios 4:16). De fato, podemos cair e nos perder! E nunca estamos seguros da tentação nesta vida.

Devemos, portanto, escolher diariamente “buscar as coisas que estão acima” (Colossenses 3:1). Nossa vida eterna está seguramente “escondida com Cristo em Deus” (Colossenses 3:3), mas a expressão externa dessa vida será tudo, menos escondida.

Para onde seus pensamentos estão voltados: para as coisas do alto ou para as coisas da Terra? Se for o segundo caso, como mudar essa direção?

Segunda, 9 de Março

Hoje em dia, ouvimos muitos slogans: “Acabem com a guerra!”, “Acabem com o desmatamento!”, “Acabem com as armas nucleares!”. Mas um que provavelmente nunca ouvimos é “Acabem com a terrenalidade!”. Isso simplesmente não se encaixa na sensibilidade do nosso mundo. Não que os outros slogans estejam errados ou que o que eles defendem esteja errado. Eles são apenas muito míopes, considerando a proximidade da eternidade. Nosso foco precisa ser mais elevado, eternamente mais elevado.

Leia Colossenses 3:5, 6; Romanos 6;1-7. Como podemos morrer para o eu e para as coisas terrenas e viver para as “coisas lá do alto” (Colossenses 3:1)?

Embora espiritualmente tenhamos morrido com Cristo, nossos “membros” —isto é, as tentações que nosso corpo e mente nos apresentam—precisam ser mortificados.Mas devemos perceber duas coisas em relação a esse mandamento.

Primeiro, em Colossenses 31, a forma grega que Paulo usa assume que, de fato, fomos ressuscitados com Cristo. Segundo o mandamento em Colossenses 3:5 é uma consequência desse fato (“Portanto”). Só podemos mortificar as coisas terrenas (fornicação, impureza, paixão, desejos malignos, cobiça etc.) porque fomos ressuscitados com Cristo e temos a Sua vida espiritual e o poder para expulsar essas coisas de nossas mentes e vidas.

Curiosamente, a única outra ocorrência em grego da frase exata que aparece em Colossenses 3:6, “a ira de Deus”, é em Romanos 1:18. Deus “entrega” as pessoas aos seus próprios caminhos perversos, e assim Sua ira também está “chegando” (veja Apocalipse 6:16 e 17) “sobre os desobedientes” (Colossenses 3:6). Em Romanos 1:18, Paulo refere-se à “impecabilidade e injustiça”, equiparando “impureza” (usando a mesma palavra grega encontrada em Colossenses 3:5) especificamente com pessoas que se entregam “às concupiscências de seus corações, para desonrar seus corpos” (Romanos 1:24).

Como desonram seus corpos? Primeiro, porque se recusam a reconhecer o Criador, mas também por “paixões vis. Pois até suas mulheres trocaram o uso natural pelo que é contra a natureza. Da mesma forma, também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em sua cobiça uns pelos outros, homens com homens cometendo o que é vergonhoso” (Romanos 1:26 e 27).

Paulo escreveu: “Façam morrer tudo o que é perfeito à natureza terrena” (Colossenses 3:5). Como podemos obedecer a essa instrução?

Terça, 10 de Março

Leia Colossenses 3:6-11. Qual é o caminho para a renovação espiritual?

As palavras iniciais de Colossenses 3:8 marcam uma mudança decisiva da morte para a vida: “Agora, porém”. No grego, o termo “agora” é enfático. Agora que vocês ressuscitaram com Cristo e buscam as coisas do alto, sua vida deve ser muito diferente da anterior. Depois de terem mortificado “tudo o que pertence à natureza terrena [...] agora, porém, abandonem igualmente todas estas coisas: ira, indignação, maldade, blasfêmia, linguagem obscena no falar” (Colossenses 3:5, 8).

Tanto a ira quanto a indignação podem descrever a resposta justa de Deus ao pecado (como mencionado ontem), assim como para Jesus (Marcos 3:5; Apocalipse 6:16). Em contraste, somos exortados a “ser prontos para ouvir, tardios para falar, tardios para irar-se; porque a ira do homem não produz a justiça de Deus” (Tiago 1:19 e 20).

A malícia deseja o infortúnio do outro. A calúnia tem a intenção de difamar. Paulo também condena linguagem abusiva e obscena. Por fim, mentir uns aos outros é proibido (compare com Levítico 19:11 e 12), “pois já vos despistes do velho homem com os seus feitos” (Colossenses 3:9).

O que Paulo quis dizer com “velha natureza” em contraste com a “nova natureza”? Leia Romanos 6:6 e Efésios 4:22-24.

Os verbos que Paulo emprega para essa transformação do velho para o novo fazem alusão a vestimentas, como se alguém tirasse roupas antigas e imundas e fosse revestido com roupas novas e brancas (compare com Zacarias 3:4). Uma distinção semelhante entre velho e novo é feita em relação à antiga e à nova alianças, que se caracterizam, respectivamente, pela letra externa da lei e pela lei escrita pelo Espírito no coração (2 Coríntios 3:4 a 18; Hebreus 8:8-10).

Essas metáforas descrevem a conversão e seus efeitos, que Paulo chama de “nova criação” (2 Coríntios 5:17). Somos “renovados no conhecimento à imagem daquele que o criou [Cristo]” (Colossenses 3:10), que é a imagem do Deus invisível (Colossenses 1:15). Obter conhecimento de Cristo por meio da Sua Palavra nos transforma “à mesma imagem, de glória em glória” (2 Coríntios 3:18).

Isso nos coloca acima de todas as barreiras étnicas, geográficas e sociais (Colossenses 3:11), porque somos cidadãos de um reino superior.

Quarta, 11 de Março

Após descrever os maus hábitos e qualidades negativas que são removidos e deixados de lado quando nos achegamos a Cristo, Paulo passa para o lado positivo — como a passagem das trevas para a luz.

Leia Colossenses 3:12-14. Como Paulo descreve aqueles que creem em Jesus? De que maneira essa descrição está ligada ás qualidades das quais devemos nos “revestir”?

Como Israel, chamado por Deus para ser Seu povo especial e refletir Seu caráter, os crentes em Jesus são “os eleitos de Deus” (Colossenses 3:12), Seus “escolhidos”. Nem todos, porém, correspondem a esse chamado. Como disse Jesus: “‘Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos’” (Mateus 22:14; compare Mateus 24:22, 24 e 31). As referências de Paulo aos eleitos têm significado semelhante (Romanos 8:33; 2 Timóteo 2:10).

Além disso, assim como Israel, os crentes são “amados” por Deus e “santos” (Deuteronômio 7:6 a 8). Esse privilégio traz consigo uma responsabilidade importante: “proclamar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9). E fazemos isso pelo modo como vivemos agora.

As oito qualidades mencionadas por Paulo são realmente uma lista impressionante! “Compaixão, bondade, humildade, mansidão, longanimidade; suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros”, e “acima de tudo… o amor” (Colossenses 3:12-14). Elas só podem surgir de um coração unido a Cristo, porque descrevem Seu caráter e a maneira como Ele lidou conosco. Devemos perdoar os outros “assim como Cristo vos perdoou” (Colossenses 3:13). O amor é “o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14), porque é o Seu amor por nós que nos une a Ele e nos capacita a amar verdadeiramente os outros (1 João 4:11 e 12).

Essas qualidades impactam nossos relacionamentos de duas maneiras. Primeiro, demonstrar amor, misericórdia, bondade e perdão para com os outros nos abençoa e abençoa os outros. É gratificante amar e abençoar os outros. As pessoas normalmente responderão da mesma forma, e continuamos a receber a misericórdia e o perdão de Deus (Mateus 5:7; 6:14). Segundo, e mais importante, isso glorifica a Deus e pode encorajar outros a crer e seguir Jesus, porque mostra o poder da graça divina. “Não há outra influência que possa cercar a alma humana com tanto poder quanto a influência de uma vida altruísta. O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável.” —Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 300

Como você tem representado Jesus no modo como trata os outros, especialmente aqueles que não são gentis com você?

Quinta, 12 de Março

A preocupação de Paulo com a paz e a harmonia na igreja fica clara nos últimos versículos de Colossenses 3. Já examinamos a paz de Deus em detalhes (veja a Lição 7). Diferentemente da pax Romana, a pax Christi não é uma paz imposta de fora, mas sim uma paz que nos "governa" de dentro. Isso só pode acontecer se Cristo estiver no controle.

Leia Colossenses 3:16, 17. O que nos ajuda a deixar Cristo no controle da nossa vida? E qual é o papel da música nisso?

A linguagem é muito descritiva. Ela retrata a palavra de Cristo fazendo morada em nós. Isso acontece quando lemos a Bíblia atentamente, a fim de ouvir e aprender com a sabedoria de Deus. Aparentemente, embora o texto grego seja um pouco ambíguo, a música desempenha um papel importante em “ensinar e admoestar uns aos outros” (Colossenses 3:16).

Mas não qualquer tipo de música. Paulo usa uma terminologia muito específica tanto aqui quanto em Efésios 519: “salmos, hinos e cânticos espirituais”.

Embora não possamos ter certeza absoluta, parece haver uma distinção aqui entre a coleção existente de salmos do Antigo Testamento e uma coleção crescente de hinos do Novo Testamento. “Cânticos espirituais” pode ser um termo mais geral para qualquer cântico de louvor relacionado à vida espiritual ou à vida da igreja. As palavras dessas músicas são meios de ensinar a verdade e de instruir sobre como viver a nova vida cristã. Muitos grandes hinos dos últimos séculos possuem mensagens poderosamente edificantes de esperança e segurança, tão necessárias em um mundo que tão facilmente nos arrasta para baixo.

A influência da música é poderosa. O tocar de harpa de Davi teve um efeito calmante sobre o rei Saul (1 Samuel 16:23). Mas quando Davi se tornou seu rival, a ira e o ressentimento de Saul aumentaram (1 Samuel 18:10 e 11). Música clássica calma tem mostrado, clinicamente, reduzir a ansiedade, otimizar a função cerebral, aumentar o relaxamento, ajudar no controle da dor e favorecer a socialização.

Quem dentre nós não percebeu por si mesmo o poderoso efeito que a música, para o bem ou para o mal, pode ter sobre nossas emoções e pensamentos? A música—quando certa—pode ser espiritualmente edificante.

Somos chamados a fazer tudo “em nome do Senhor Jesus” (Colossenses 3:17). Você pode dizer com sinceridade que age assim? Se não, o que precisa mudar? O que deve ser deixado para trás se não pode ser feito em nome do Senhor?

Sexta, 13 de Março

“Quando o Espírito de Deus controla a mente e o coração, a alma convertida irrompe em um novo cântico; pois ela percebe que, em sua experiência, a promessa de Deus foi cumprida, que sua transgressão foi perdoada, seu pecado coberto. Ela exerceu arrependimento para com Deus pela violação da lei divina, e fé em Cristo, que morreu pela justificação do homem. ‘Sendo justificados pela fé,’ ela tem ‘paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.’ (Romanos 5:1).

“Mas, porque essa experiência é sua, o cristão não deve, por isso, cruzar os braços, contente com aquilo que foi realizado por ele. Aquele que determinou entrar no reino espiritual encontrará que todos os poderes e paixões da natureza não regenerada, apoiados pelas forças do reino das trevas, estão dispostos contra ele. A cada dia ele deve renovar sua consagração, a cada dia combater o mal. Velhos hábitos, tendências hereditárias ao erro, lutarão pelo domínio, e contra eles ele deve estar sempre vigilante, esforçando-se na força de Cristo para a vitória...

“O poder de uma vida mais elevada, mais pura, mais nobre é nossa grande necessidade. O mundo recebe demasiada de nossa atenção, e o reino dos céus, muito pouco.

“Em seus esforços para alcançar o ideal de Deus para ele, o cristão não deve desesperar de nada. A perfeição moral e espiritual, pela graça e pelo poder de Cristo, é prometida a todos. Jesus é a fonte de poder, a fonte de vida... Em nosso favor, Ele põe em operação os agentes todo-poderosos do céu. A cada passo, tocamos Seu poder vivificante.” —Ellen G. White, Os Atos dos Apóstolos, p. 302, 303.

Questões para discussão:

 Qual é sua experiência com a promessa de que você foi justificado pela fé? Como essa promessa transformou sua vida? Como ela está ligada á ideia de que você também “ressuscitou com Cristo”?

 O que significa para você ser “focado nas coisas do Céu”? Isso é mais importante do que fazer o bem na Terra? Como encontrar o equilíbrio entre ambos?

 Embora normalmente consideremos nossa influência de forma individual, o que dizer sobre nossa influência coletiva por meio da igreja? Como sua igreja local impacta a comunidade ao redor?

 Leia Colossenses 3:11. O que esse verso nos ensina sobre a unidade que devemos ter em Cristo?

Informativo mundial da Missão

No Sábado em que Rene escolheu ir à igreja em vez de ir ao escritório, ele retornou, após o pôr do sol, ao prédio onde morava e trabalhava. Um colega de trabalho lhe entregou uma carta do chefe. Ele havia sido demitido.

Rene ficou chocado. Não sabia o que aconteceria a seguir. Como estrangeiro trabalhando em um país hostil ao cristianismo, perguntou-se se conseguiria permanecer firme por Deus caso fosse enviado à prisão ou enfrentasse a morte.

Ele orou: “Senhor, é este o momento de eu voltar para casa, nas Filipinas? Se Tu quiseres que eu morra aqui, está tudo bem para mim. Muitas pessoas sabem que estou lutando pela minha fé.”

Na manhã seguinte, bem cedo, ele foi ao escritório e enviou um e-mail ao chefe. “Eu o respeito”, escreveu. “Você é meu amigo e meu irmão mais velho. Sei que precisamos conversar sobre os problemas que causei quando você vier ao escritório.”

Naquela noite, o chefe foi ao trabalho. Parecia perturbado. Rene orou: “Por favor, ajuda-me. Acalma meu chefe. Mas, se for da Tua vontade que eu morra, eu aceito.”

Então o chefe mandou chamar Rene. Rene tentou se levantar, mas não conseguiu. Seus joelhos não o sustentavam. Ele sentiu como se estivesse morrendo.

Com toda a sua força, levantou-se da cadeira e caminhou de forma desajeitada, curvado, até o escritório do chefe. Ao erguer a mão para bater à porta, ouviu uma voz sussurrar: “Não tenha medo. Eu sou o verdadeiro Deus. Sou fiel às Minhas promessas.”

Um momento depois, ele abriu a porta e viu o rosto severo do chefe. Enquanto entrava, a voz sussurrou duas vezes: “Eu sou o verdadeiro Deus. Sou fiel às Minhas promessas.” A cada repetição, a voz ficava mais forte.

O chefe entregou dois papéis a Rene e disse: “Escolha um.” Quando Rene demonstrou confusão, o chefe explicou: “Um é um contrato de trabalho. O outro é uma passagem de avião.” Aliviado, Rene orou em silêncio: “Obrigado, Senhor, não é prisão.” Ele escolheu a passagem.

Mas o chefe disse: “Leia o contrato primeiro.”

Rene viu que seu salário seria dobrado se ele trabalhasse uma hora aos sábados. Ele escolheu novamente a passagem. Enquanto se perguntava como pagaria por ela, ouviu a voz outra vez, dizendo: “Eu sou o verdadeiro Deus. Sou fiel às Minhas promessas.”

Rene voltou para casa, nas Filipinas. No avião, orou: “Tu dizes: ‘Eu sou o verdadeiro Deus. Sou fiel às Minhas promessas.’ Qual é a Tua promessa para mim?” A voz sussurrou: “Você não conseguirá gastar todo o seu dinheiro antes de encontrar um novo emprego.”

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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