Convivendo com os outros

Sábado, 14 de Março

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Que a palavra dita por vocês seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibam como devem responder a cada um” (Colossenses 4:6).

Leituras da semana:
Colossenses 3:18-25; 4:1-6; Efésios 5:22-25, 33; Provérbios 22:6, 15; 1 Pedro 2:16; 1 Tessalonicenses 5:17
Quando as pessoas vivem e trabalham em estreita proximidade, enfrentam uma variedade de desafios. Diferenças de opinião podem causar tensões; discussões podem surgir. Quanto mais próximo é o relacionamento, mais importante é que todos os envolvidos nesse relacionamento convivam em harmonia.

Os relacionamentos mais próximos são, naturalmente, os que existem dentro da família. O lar às vezes tem sido chamado de “a empresa da família”. É uma maneira interessante de descrever como o lar funciona. Existem semelhanças claras entre administrar um negócio e administrar uma casa. Deve haver concordância geral quanto a valores, metas e objetivos. Todos devem se dar bem uns com os outros e cumprir bem a sua parte para que tudo funcione de maneira harmoniosa. Os mesmos princípios se aplicam à igreja, que é essencialmente uma grande família.

Na passagem desta semana, Paulo apresenta alguns princípios vitais sobre como uma família cristã funciona da melhor maneira. Visto que o lar cristão deve ser governado por princípios bíblicos, ele necessariamente funciona de forma um pouco diferente do lar romano típico. Paulo também apresenta outros princípios valiosos que são úteis para uma variedade de relações sociais, tanto dentro quanto fora do lar.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 21 de Março.

Domingo, 15 de Março

Vários conjuntos de instruções para os lares cristãos estão incluídos no Novo Testamento (Efésios 5:21–6:9, Colossenses 3:18–4:1, Tito 2:1–10, 1 Pedro 2:18–3:7). De modo notável, esses “códigos domésticos”, como são chamados, não são completamente hierárquicos, mas incluem elementos que tornam os relacionamentos mais recíprocos e mutuamente edificantes.

Leia Colossenses 3:18, 19. Que equilíbrio você percebe? Quais conselhos adicionais Paulo dá em Efésios 5:22-25, 33?

Alguns homens citam: “Mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos” (Colossenses 3:18) e param por aí, mas observe o importante qualificativo que Paulo acrescenta: “como convém no Senhor”. Em nenhum lugar o Novo Testamento ensina que as mulheres devem se submeter a todos os homens; nem que as esposas sejam servis ou subjugadas; nem que devam se submeter cegamente a cada capricho ou desejo de seus maridos. O ponto de Paulo é que a lealdade da esposa pertence primeiro ao Senhor e, em segundo lugar, ao seu marido. A individualidade da esposa não deve ser engolida pelo marido, nem ele pode agir como a consciência dela.

O amor de Cristo pela igreja, ao entregar-Se por ela, ilustra como os maridos devem amar suas esposas (Efésios 5:25). Eles serão fiéis independentemente do custo. Tomarão decisões que estejam nos melhores interesses da esposa, embora normalmente esses interesses devam estar alinhados. Um amor assim torna mais fácil para a esposa obedecer ao mandamento de Deus de respeitar o seu marido (Efésios 5:33).

Um casamento cristão saudável é caracterizado pela mutualidade — consultar um ao outro, refletir juntos e tomar decisões como casal. Às vezes, ao tomar decisões que têm implicações sérias para toda a família, pode ser apropriado incluir os filhos nessas conversas, mas nunca os pais devem discutir diante deles. Após tal processo, se marido e esposa não conseguirem chegar a um acordo, o caminho bíblico para a paz é que a esposa concorde com o julgamento do marido, desde que isso não viole a Palavra de Deus. Da mesma forma, a maioria — se não todos — os maridos podem recordar ocasiões em que ficou feliz por ter ouvido suas esposas e seguido seus conselhos. Quanto mais marido e esposa trabalharem juntos como uma equipe, mais feliz será o casamento.

Como podemos evitar fazer o que, infelizmente, foi feito ao longo da história. Usar os princípios lindos expressos nesses textos e transformá-los em uma justificativa para praticar o mal?

Segunda, 16 de Março

As crianças têm um papel vital como parte da “empresa da família”. Elas precisam saber que são amadas e valorizadas como membros da família e como cidadãs do reino celestial. O culto familiar é essencial — simples, porém regular, pela manhã e à noite. Desde cedo, as crianças podem começar a ajudar na limpeza e em outras responsabilidades. O mais importante é que atendam à ordem de Paulo: “Filhos, obedecei a vossos pais em tudo, pois isto é agradável ao Senhor” (Colossenses 3:20).

Leia os versos a seguir. Quais princípios são apresentados para a criação dos filhos?

1. Provérbios 22:6, 15

2. Mateus 19:14

3. Deuteronômio 6:6, 7

4. Provérbios 1:8, 9

Quando devidamente treinadas para o Senhor, por meio de preceito e exemplo, as crianças serão uma bênção para a família, para a igreja e para além dela. E a instrução de Paulo aos pais, assim como suas orientações aos maridos e às esposas, é equilibrada e recíproca: “Pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados” (Colossenses 3:21). A maneira como os pais, especialmente o pai, se relacionam com os filhos e os disciplinam tem um impacto profundo em sua formação espiritual.

Estudos também mostram que, quando ambos os pais frequentam a igreja, uma porcentagem maior de filhos permanece na igreja, em comparação com situações em que apenas um dos pais frequenta. Ainda mais surpreendente é o fato de que a frequência regular do pai à igreja, até mais do que a da mãe, resulta em um número maior de filhos que permanecem na igreja quando adultos. O papel do pai, portanto, na formação espiritual de seus filhos, não pode ser subestimado. Quão crucial é que os pais levem a sério suas responsabilidades.

Infelizmente, nem todos os pais são bons exemplos para seus filhos. O conhecimento de Deus como nosso Pai pode ajudar a trazer cura, especialmente quando pais terrenos causam grandes danos?

Terça, 17 de Março

Leia Colossenses 3:22-25; 4:1. Quais são as instruções dadas aos escravos? Quais princípios podem ser aplicados às relações de trabalho em geral?

Hoje algumas pessoas mencionam a escravidão para alegar que a Bíblia é ultrapassada. No entanto, elas não consideram os contextos históricos de Israel no AT e da igreja no NT. Os seres humanos foram criados à imagem de Deus e, portanto, para ser livres. A lei mosaica proibia manter um compatriota como escravo perpétuo (Deuteronômio 15:12) e estabelecia seis anos como o período máximo de serviço para quitar uma dívida financeira (Êxodos 21:2-6; Levíticos 25:39-43). A escravidão mencionada na Bíblia, embora repugnante para nossa visão moderna, normalmente não se assemelhava às práticas cruéis da escravidão no mundo ocidental, que foram um flagelo e um crime contra a humanidade.

Nos tempos do NT, a igreja atuava numa sociedade regida pela lei romana, que permitia a posse de escravos. Porém, ao contrário das formas modernas de escravidão, a lei romana concedia aos escravos direitos e oportunidades consideráveis, e tentar derrubar essa prática poderia constituir uma ameaça ao avanço do evangelho" (Clinton Wahlen e Wagner Kuhn, em Hermenêutica Bíblica: Como Interpretar as Escrituras e Avaliar Tendências, p. 153).

De fato, dentro da igreja, ao contrário do que acontecia na maior parte do Império Romano, a primeira obrigação do escravo era para com Deus. E seus senhores eram instruídos a tratá-los de forma justa, "sabendo que também [tinham] um Senhor no Céu" (Colossenses 4:1). Além disso, Paulo orientou Filemom a não tratar Onésimo como um escravo, mas como seu irmão (Filemom 16). Na verdade, tanto no AT quanto no NT, os crentes são chamados de escravos (ou servos) de Deus (Salmos 34:22; Lucas 17:10; 1Pedro 2:16).

Mesmo que não concordemos com as circunstâncias culturais em que alguns textos bíblicos foram escritos, devemos ainda aceitar a autoridade do texto. Caso contrário, colocamos nossa própria cultura acima das Escrituras. O melhor é considerar tudo o que a Bíblia diz sobre um tema antes de tirar conclusões sobre o que ela nos ensina a respeito.

As passagens de Colossenses (3:22-25; 4:1) se aplicam aos seus relacionamentos no trabalho? Como tais princípios podem ser úteis para você, seja como chefe ou como empregado?

Quarta, 18 de Março

Leia Colossenses 4:2-4. Quais princípios sobre oração você encontra nesses versos? Quais pedidos de oração Paulo faz?

Algumas das palavras mais importantes que podemos dizer a alguém que está lutando com problemas de vários tipos — sejam familiares, de saúde, financeiros ou de outra natureza — são: “Estou orando por você.” Esse é o meio escolhido pelo Céu para a conexão e a interação. “Faz parte do plano de Deus conceder-nos, em resposta à oração da fé, aquilo que Ele não concederia se não pedíssemos assim.” — Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 439.

Observe as descrições impactantes que Paulo usa a respeito da oração: “perseverai” (ou continuai), “com vigilância”, “com súplicas insistentes” e “com ações de graças” — sinalizando que se trata de uma oração de fé (Colossenses 4:2). Ele nos diz para orar “em todo o tempo” (Efésios 6:18) e “sem cessar” (Tessalonicenses 5:17). De modo ainda mais impressionante, mesmo quando “não sabemos orar como convém… o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Romanos 8:26).

Leia novamente Colossenses 4:3. Que “porta” para a “palavra” Deus pode abrir para você compartilhar sua fé?

De maneira significativa, Paulo também orava para ter as palavras certas ao falar. Às vezes, quando lemos suas cartas ou seus discursos no livro de Atos dos Apóstolos, imaginamos que o apóstolo fosse sempre eloquente, sem nunca ter dúvidas sobre o que dizer. No entanto, aqui ele pede oração para que possa proclamar a mensagem “claramente” (Colossenses 4:4). Ele também usa uma palavra grega muito importante (dei) na última frase do versículo, que pode ser traduzida como “como me convém falar” ou “como devo falar”, apontando para a necessidade divina da obra de proclamar o evangelho. Paulo reconhecia a importância de apresentar a mensagem às pessoas nos mais altos níveis do governo romano, incluindo os da casa de César.

“Não é sempre necessário ajoelhar-se para orar. Cultivai o hábito de falar com o Salvador quando estiverdes a sós, quando estiverdes andando e quando estiverdes ocupados com o trabalho diário. Que o coração esteja continuamente elevado em silenciosa petição por auxílio, por luz, por força, por conhecimento. Que cada respiração seja uma oração.” — Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 329.

Quinta, 19 de Março

Qual é a verdade mais importante que nós, como cristãos, podemos conhecer? Certamente, é a de que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados e que, por meio da fé n´Ele, podemos ter a vida eterna. Essa é uma verdade que jamais poderíamos ter descoberto por nós mesmos. Pelo contrário, é uma verdade que precisou ser anunciada, ou revelada, a nós. E ela nos foi revelada — na Palavra de Deus.

Há uma grande quantidade de verdade, conhecimento e sabedoria que jamais teríamos conhecido se não fosse aquilo que Deus nos revelou em Sua Palavra. Porém, esse conhecimento e essa sabedoria não nos foram dados apenas como informação, apenas como algo para saber. Antes, somos chamados a viver, em nossa própria vida, essa verdade, esse conhecimento e essa sabedoria.

Leia Colossenses 4:5, 6. Em que situações Paulo nos ensina que precisamos mais ainda ser “sábios no modo de agir”? Por que isso é importante?

Infelizmente, como cristãos, às vezes somos tudo, menos cristãos! E, como Paulo indicou (citando Isaías 52:5), Israel também foi um escândalo para os incrédulos: “Porque o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós” (Romanos 2:24). A maneira como agimos para com os outros, especialmente aqueles que não compartilham nossa fé, é muito importante (ver Tito 2:5; 2 Pedro 2:2). Um lar cristão, um grupo de jovens reunido para oração em vez de travessuras, pequenas demonstrações de bondade e um espírito calmo e paciente falam muito àqueles que observam para ver se nossa profissão de fé é genuína ou não.

Em Colossenses 4:6, Paulo foca especialmente nas palavras que falamos: “A vossa palavra seja sempre agradável”. Mais do que apenas ser amável ou educado, as palavras que pronunciamos devem ser motivadas e permeadas pela graça de Deus, por meio da influência do Espírito Santo.

“Temperadas com sal.” Ao contrário da definição mundana de fala “salgada”, nossas palavras devem ser apropriadas e atraentes para aqueles a quem nos dirigimos.“Para que saibais como responder a cada um”. Somente o Espírito Santo pode

“Para que saibais como responder a cada um”. Somente o Espírito Santo pode nos dar as palavras certas, no momento certo, para o propósito certo, e preparar a mente dos ouvintes para a mensagem que devemos compartilhar (aqui também se usa dei — ver os comentários de ontem sobre Colossenses 4:4).

Reflita sobre suas palavras, suas ações e seu comportamento. Que mensagens você está transmitindo sobre sua fé e o seu significado de ser cristão?

Sexta, 20 de Março

“Cada membro da família deve reconhecer que tem a responsabilidade individual de contribuir para o conforto, a ordem e a regularidade do lar. Ninguém deve agir contra o outro. Todos devem se unir na boa obra de encorajar uns aos outros; devem exercer gentileza, tolerância e paciência; falar em tom baixo e calmo, evitando confusões; e cada um fazer o possível para aliviar os fardos da mãe. [...]

“Cada membro da família deve compreender exatamente o papel que se espera que ele desempenhe em união com os outros. Todos, a partir dos seis anos de idade, devem entender que lhes é exigido que carreguem sua parte dos fardos da vida.” — Ellen G. White, Testemunho para a Igreja, v. 2, p. 566.

“Precisamos deixar Cristo entrar em nossos corações e lares se quisermos andar na luz. O lar deve ser tudo o que a palavra implica. Deve ser um pequeno paraíso na terra, um lugar onde os afetos são cultivados em vez de serem cuidadosamente reprimidos.” Nossa felicidade depende do cultivo do amor, da compaixão e da verdadeira cortesia uns para com os outros. [...]

Devemos ser desapegados de nós mesmos, sempre buscando oportunidades, mesmo nas pequenas coisas, para demonstrar gratidão pelos favores que recebemos de outros, e atentos às oportunidades de animar os outros e aliviar suas tristezas e fardos por meio de atos de terna bondade e pequenas demonstrações de amor. Essas gentilezas atenciosas, que, começando em nossas famílias, se estendem para além do círculo familiar, ajudam a compor a felicidade da vida; e a negligência dessas pequenas coisas compõe a amargura e a tristeza da vida.” — Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 449).

Questões para discussão:

 Se você é casado (a), quais princípios ajudam você? Que conselho daria para quem ainda não é casado?

 Muitos filhos criados em lares cristãos rejeitam a fé. Que palavras de conforto e conselho você daria a seus pais? O que seria melhor evitar dizer?

 Reflita mais sobre o conselho de “andar em sabedoria”. O que significa, por outro lado, andar em “estupidez”?

Informativo mundial da Missão

Pouco depois de chegar às Filipinas, Rene recebeu uma oferta para trabalhar como contador na Agência Adventista de Desenvolvimento e Socorro (ADRA). Após um ano e meio na ADRA, trabalhou por oito anos como contador na Missão de Cavite da Igreja Adventista. Rene gostava de trabalhar na Igreja Adventista. A vida era simples e confortável. Quando menino, ele pensava que se tornar Adventista seria um caminho para a riqueza. Mas agora ele não desejava ser rico; queria apenas servir aos outros até a segunda vinda de Jesus.

Um dia, Rene recebeu inesperadamente um convite para substituir o tesoureiro que estava se aposentando no Movimento Missionário 1000, que faz parte da Divisão Sul-Ásia/Pacífico da Igreja Adventista e treina centenas de missionários todos os anos em sua sede em Silang, uma cidade na Missão de Cavite.

Rene se perguntou se estava sonhando. Ele queria fazer parte do Movimento Missionário 1000 desde que entregara seu coração a Cristo por meio da amizade de um de seus missionários.

Esse missionário, Rodel, agora trabalhava como pastor ordenado nas Filipinas, e ficaria surpreso e contente se Rene se tornasse tesoureiro. Mas Rene se perguntava: “Será que consigo assumir o trabalho de tesoureiro? Sou apenas um contador simples.”

Naquela noite, Rene sonhou que estava trabalhando no Movimento Missionário 1000. Então, o presidente da Divisão Sul-Ásia/Pacífico pediu que ele enviasse seu currículo para consideração ao cargo. Pouco tempo depois, um comitê da divisão aprovou sua candidatura, e ele foi contratado.

Rene não olhou para trás. À medida que tem sido fiel a Deus, ele viu parentes que antes desprezavam sua fé se juntarem à Igreja Adventista. Dois meses após seu retorno às Filipinas, seus pais foram batizados. “Esse foi o presente de Deus para mim”, disse ele. “Foi como se Deus estivesse dizendo: ‘Porque você tem sido leal a Mim, tenho um presente para você.’” Suas duas irmãs também foram batizadas.

Enquanto isso, a empresa em que ele trabalhava no exterior entrou em colapso durante a pandemia da COVID-19. Se ele tivesse aceitado o aumento de salário, teria perdido tudo. Hoje, ele diz que deve tudo ao Senhor, que declara: “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais” (Jeremias 29:11). “Nada acontece por acaso”, disse Rene Tucaldo. “Deus tinha um plano para mim.”

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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