Unidade por meio da humildade

Sábado, 17 de Janeiro

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor e sendo unidos de alma e mente” (Filipenses 2:2).

Leituras da semana:
Filipenses 2:1-11; Jeremias 17:9; Filipenses 4:8; 1 Coríntios 8:2; Romanos 8:3; Hebreus 2:14-18.
A unidade é força. Mas saber o que é verdadeiro não é o mesmo que praticá-lo. Todos nós falhamos às vezes, apesar dos nossos melhores esforços para manter a unidade. Mas isso não é o mesmo que minar deliberadamente a unidade. Não é de admirar, então, que, à medida que Paulo continua escrevendo aos Filipenses, ele queira que eles sejam “de um mesmo ânimo, de um mesmo parecer” (Filipenses 2:2).

Paulo baseia a necessidade de unidade no ensino e no exemplo de Jesus. É um tema que encontramos em todo o Novo Testamento e especialmente nas epístolas. A origem da desunião no universo surgiu do orgulho e da sede de posição e poder de um único anjo no céu, um sentimento que se espalhou rapidamente, mesmo em um ambiente perfeito (Isaías 14:12–14). Esse mesmo sentimento ganhou terreno no Éden por meio de um descontentamento semelhante com as regras que Deus havia estabelecido e pelo desejo de ascender a uma esfera mais elevada do que aquela que Deus havia designado (Gênesis 3:1-6).

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 24 de Janeiro.

Domingo, 18 de Janeiro

O que parece ter causado a desunião na igreja? Para Paulo, qual era a solução? Filipenses 2:1-3

Deve ter sido uma decepção enorme para Paulo ver a igreja que ele havia fundado e amado tanto tomada por rivalidades e consumida por contendas. Ele usa uma linguagem muito forte para descrever os problemas. “Ambição egoísta” traduz uma palavra grega (eritheia), usada anteriormente em Filipenses 1:17 para se referir aos rivais de Paulo em Roma, que estavam preocupados em promover a si mesmos em vez de avançar a causa de Cristo.

A “ambição egoísta” está entre as obras da carne (Gálatas 5:20), e, como Tiago indica, “onde há inveja e egoísmo, aí há confusão e toda obra ruim” (Tiago 3:16). A palavra grega para “vaidade” é usada apenas aqui no Novo Testamento, mas aparece na literatura extrabíblica com o sentido de arrogância, orgulho vazio e ter uma percepção inflada de si mesmo. Paulo usa uma palavra muito relacionada ao advertir os gálatas: “Não nos tornemos vaidosos, provocando uns aos outros, invejando uns aos outros” (Gálatas 5:26).

Observe os remédios que Paulo lista para esses problemas:

Consolo em Cristo. Paulo prosseguirá usando o próprio exemplo de Cristo como uma poderosa motivação.

Conforto do amor. Jesus revela o amor divino e nos ordena: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (João 15:12).

Comunhão do Espírito. A presença do Espírito Santo cria uma relação cristã próxima, como a que permeava a igreja primitiva (Atos 2:42; comparar 2 Coríntios 13:14).

Afeto (ou compaixão). Vemos essa qualidade divina frequentemente manifestada na vida de Cristo (ver Mateus 9:36; 20:34 e Marcos 1:41) e descrita nas parábolas do bom samaritano (Lucas 10:33) e do filho pródigo (Lucas 15:20).

Misericórdia. Essa qualidade, exemplificada por Jesus, também deve ser vista na vida de Seus seguidores (Lucas 6:36).

Ser de um mesmo parecer, ter o mesmo amor, ser de um só ânimo, de um só pensamento. Que imagem! É difícil imaginar como Paulo poderia enfatizar a importância da unidade de forma mais forte. Como Paulo apontará, a mente que devemos ter “estava também em Cristo Jesus” (Filipenses 2:5).

Segunda, 19 de Janeiro

Pense mais sobre a ênfase de Paulo na unidade em Filipenses 2:2, dizendo essencialmente a mesma coisa de quatro maneiras diferentes. Observe também seu foco na mente, nos pensamentos e nos sentimentos. Enquanto os líderes religiosos tendiam a enfatizar o comportamento externo, Jesus focava em nossos pensamentos e sentimentos.

Por exemplo, o jovem rico afirmou ter sempre guardado a lei. No entanto, ao dizer-lhe para vender tudo o que tinha, dar aos pobres e segui-Lo, Jesus testou seu apego às coisas mundanas. Ele também disse que é o que vem do coração (ou da mente) que contamina a pessoa: “Porque do coração procedem maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituições, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mateus 15:19), e “da abundância do coração a boca fala” (Mateus 12:34).

Quais orientações práticas Paulo apresentou para fortalecer a unidade na igreja? Filipenses 2:3, 4.

As palavras de Paulo fornecem uma imagem de humildade: humildade de espírito, considerar os outros superiores a nós mesmos, preocupar-se com os interesses dos outros e não apenas com os nossos próprios. Mais fácil falar do que fazer, não é mesmo? Mas esses são princípios importantes para manter em mente em todas as nossas interações. Muitas vezes, numa conversa, há a tendência de concentrar-se em nossa resposta ao que está sendo dito, em vez de focar em ouvir para entender o que a outra pessoa está dizendo e tentar ver a questão do ponto de vista dela.

Muitas vezes, a contenda surge de simples mal-entendidos que poderiam ser evitados apenas ouvindo ativamente. Podemos não concordar, mas ouvir e buscar compreender o ponto de vista do outro é o primeiro passo para promover uma comunicação saudável e confiança.

Paulo fala da unidade “[produzida pelo] Espírito” (Efésios 4:3), que cria “a paz que nos une” (Efésios 4:3). Se há contenda na igreja, o Espírito Santo pode acalmar as águas e nos conduzir à unidade, criando harmonia. No mesmo capítulo, Paulo fala da “unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus” (Efésios 4:13). As duas coisas estão relacionadas. Ter a mesma fé, o mesmo entendimento das Escrituras que surge do conhecimento de Cristo e de Seus ensinamentos, é vital para que a unidade prevaleça entre nós.

A morte para o eu nos ajudaria a considerar os outros superiores a nós mesmos? Como ter esse espírito? Como seriam nossos relacionamentos se tivéssemos essa atitude?

Terça, 20 de Janeiro

Um número crescente de empresas ao redor do mundo está trabalhando em tecnologia que combina o poder de processamento dos computadores com o cérebro humano. Em outras palavras, ao conectar mentes aos computadores, os cientistas esperam influenciar nossos pensamentos por meio das máquinas. Embora o uso de implantes no cérebro humano possa prometer resultados positivos, que incluem ajudar no controle da epilepsia, depressão e doença de Parkinson, usos mais sinistros não são difíceis de imaginar. O controle da mente pode não estar longe.

De certa forma, ele já está aqui. Nossa mente é como um computador, só que muito superior. O fluxo constante de informações, ao qual estamos expostos diariamente, “programa” nossa mente, condiciona nossos pensamentos e orienta nossas ações. Quando nos imergimos na mídia, o modo de pensar mundano das pessoas deixa sua marca em nossas mentes, e começamos a pensar da mesma forma. É como se as mentes de outras pessoas fossem implantadas ou fundidas à nossa.

Somos, como Jesus, chamados a ser “espiritualmente menteiros” (Romanos 8:6). “Ninguém conhece as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus”, o que Paulo contrasta com “o espírito do mundo” (1 Coríntios 2:11-12). Quem é nosso professor? E o que estamos aprendendo?

Leia Filipenses 2:5. O que você acha significa ter o “mesmo modo de pensar” de Cristo?

Em última análise, podemos mudar nossa mente, mas não podemos mudar nosso coração; somente Deus pode. O Espírito Santo precisa realizar uma cirurgia no coração de cada um de nós, manejando a “espada do Espírito” (Efésios 6:17), a Palavra de Deus “viva e eficaz”, “penetrando até à divisão da alma e do espírito, das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hebreus 4:12).

Só através do Espírito Santo podemos realmente nos conhecer, porque, por natureza, o nosso próprio coração nos engana (Jeremias 17:9). A palavra hebraica para “enganoso” ('aqov) refere-se a um terreno irregular que nos faz tropeçar; por extensão, significa pensamentos tortuosos, torcidos e desviados. Devemos ser transformados pela “renovação” da nossa mente, a fim de que possamos “provar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).

Leia Filipenses 4:8. Por que é importante praticar esse conselho de Paulo?

Quarta, 21 de Janeiro

Muhammad Ali certa vez disse: “Eu sou o maior”. Em agosto de 1963, seis meses antes de conquistar o campeonato mundial de boxe peso-pesado, ele chegou até a lançar um álbum intitulado “Eu Sou o Maior”. Sem dúvida, Ali foi um grande atleta, mas não era um exemplo a ser seguido por quem deseja ter a mente de Cristo.

Em contraste, Jesus foi perfeitamente sem pecado. Embora tenha sido tentado “em todos os pontos, à nossa semelhança” (Hebreus 4:15), Ele nunca pecou, nem mesmo com um pensamento. No entanto, Hebreus 5:8 indica: “Embora fosse Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu” (Hebreus 5:8). A submissão de Jesus à vontade do Pai foi sempre perfeita. Nunca houve um momento em que Ele se recusasse a submeter-se, embora, sem dúvida, muitas vezes isso não tenha sido fácil.

Leia Filipenses 2:5-8, considerando um dos textos mais poderosos e belos das escrituras. O que Paulo nos ensina nesse texto? Quais são as implicações dessas palavras? E, mais importante, como podemos viver, na prática, o ensino que ele nos apresenta?

Jesus, que é igual a Deus, que é Deus, não apenas tomou sobre Si a carne humana, mas tornou-Se um “servo” (doulou, um servo, um escravo) e então ofereceu-Se como sacrifício pelos nossos pecados! Em outro lugar, Paulo diz que Ele se tornou “uma maldição por nós” (Gálatas 3:13). Deus, nosso Criador, morreu na cruz para ser também nosso Redentor, e isso exigiu que Ele se tornasse uma maldição por nós.

Como podemos começar a compreender o que isso está dizendo? Ainda mais, como podemos fazer o que os textos nos instruem, ou seja, ter a mesma disposição de nos humilhar e de nos sacrificar pelo bem dos outros?

Em outro lugar, Jesus disse: “Mas aquele que entre vós é maior será vosso servo. E aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado; e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mateus 23:11-12). Isso, de muitas maneiras, reflete o que Paulo nos instruía a fazer em Filipenses 2:5–8.

Em termos ainda mais poderosos e gráficos, Paulo estava dizendo aqui o que disse anteriormente sobre não fazer nada “por ambição egoísta ou vaidade” (Filipenses 2:3).

Qual deve ser a nossa resposta ao que Cristo fez? Qual seria adequada ou digna do que Cristo realizou, além de cair de joelhos em adoração? Por que é equivocado pensar que nossas obras acrescentam, para a salvação, algo ao que Cristo já fez por nós?

Quinta, 22 de Janeiro

Um versículo popular da Bíblia é 1 Coríntios 8:2: “Se alguém cuida ser alguma coisa, já se mostrou que nada sabe como convém saber” (1 Coríntios 8:2). Não existe assunto sobre o qual saibamos tudo. Sempre podemos aprender algo a mais sobre qualquer coisa. Quanto mais verdadeiro é isso em relação às realidades eternas ligadas à Divindade e à Encarnação! Paulo frequentemente se refere à incrível condescendência de Cristo ao tornar-Se um ser humano. É um assunto que mesmo a eternidade será insuficiente para esgotar.

Como foi a humilhação de Jesus ao assumir a natureza humana? Romanos 8:3; Hebreus 2:14-18; 4:15

Como foi possível que o Filho eterno de Deus, por meio da ação do Espírito Santo (veja Lucas 1:35), se tornasse um ser divino-humano no ventre de Maria? É impressionante como o infinito e eterno poderia de repente tornar-se um ser humano finito sujeito à morte. Esse é o cerne do que Paulo chama de “mistério da piedade” (1 Timóteo 3:16).

No belo hino de Filipenses 2, Paulo aqui elabora sobre essa condescendência de maneira mais completa em alguns aspectos do que em qualquer outro lugar das Escrituras.

- “Sendo em forma de Deus” (Filipenses 2:6). A palavra morphē (forma) refere-se à Sua natureza divina, indicando que Jesus era igual ao Pai (comparar João 1:1).

- “Esvaziou-se a si mesmo” (Filipenses 2:7). A natureza misteriosa de Jesus ao esvaziar-Se de Suas prerrogativas divinas — para que pudesse se tornar verdadeiramente humano e ser tentado como nós — é impressionante.

- “Humilhou-se” (Filipenses 2:8). Ao assumir a natureza humana, Jesus passou da supremacia universal à completa servidão, o oposto do objetivo de Lúcifer.

- “Morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:8). Não havia maneira mais ignominiosa de morrer do que aquela que Jesus escolheu, planejando-a com o Pai no “conselho da paz” (Zacarias 6:13), ilustrando-a antecipadamente por meio de Moisés levantando a serpente (Números 21:9; João 3:14), e assim tornando-Se “pecado por nós… para que nós fôssemos feitos justiça de Deus nele” (2 Coríntios 5:21).

Como refletir sobre o que Jesus fez por nós na cruz – vendo a cruz como exemplo de entrega e humilde – deve nos tornar mais humildes e submissos a Deus?

Sexta, 23 de Janeiro

“Todo o amor paternal que tem passado de geração em geração através do canal dos corações humanos, todas as fontes de ternura que se abriram nas almas dos homens, são como um pequeno riacho diante do oceano sem limites quando comparados ao amor infinito e inesgotável de Deus.

A língua não pode expressá-lo; a caneta não pode retratá-lo. Você pode meditar sobre ele todos os dias da sua vida; você pode pesquisar diligentemente as Escrituras para entendê-lo; você pode convocar todo poder e capacidade que Deus lhe deu, na tentativa de compreender o amor e a compaixão do Pai celestial; e ainda assim há uma infinidade além. Você pode estudar esse amor por eras; ainda assim nunca poderá compreender totalmente o comprimento e a largura, a profundidade e a altura do amor de Deus ao dar Seu Filho para morrer pelo mundo. A própria eternidade nunca poderá revelá-lo por completo. Contudo, à medida que estudamos a Bíblia e meditamos sobre a vida de Cristo e o plano de redenção, esses grandes temas se abrirão ao nosso entendimento cada vez mais.” — Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 628.

“Quando estamos recebendo um treinamento, como fez Moisés na escola de Cristo, o que devemos aprender? — A nos encher de orgulho? — A ter uma opinião exaltada de nós mesmos? — De forma alguma. Quanto mais aprendemos nesta escola, mais avançaremos em mansidão e humildade de espírito. Não devemos sentir que aprendemos tudo o que vale a pena saber. Devemos fazer o melhor uso dos talentos que Deus nos deu, para que, quando formos transformados da mortalidade para a imortalidade, não deixemos para trás aquilo que alcançamos, mas possamos levá-lo conosco para o outro lado. Ao longo das incalculáveis eras da eternidade, Cristo e Sua obra de redenção serão o tema do nosso estudo.” — Ellen G. White, Manuscrito 36, 1885.

Questões para discussão:

Você já experimentou a realidade do amor de Deus em sua vida?

O que significa dizer que Jesus veio “semelhante aos seres humanos” (Filipenses 2:7)? Compare com Romanos 8:3. Como essas passagens lançam luz sobre uma outra?

Quais desafios a unidade a igreja enfrenta em seu País? A disposição de ser humilde e de não agir com “interesse pessoal ou vaidade” (Filipenses 2:3) começaria a resolver essas questões?

Informativo mundial da Missão

Alvan Harold, de onze anos, gostava de ouvir o tilintar das moedas em seu bolso enquanto voltava da escola em Kisumu, no Quênia. Então ele podia parar em uma loja e comprar algumas castanhas crocantes ou um sorvete gelado.

Um dia, a professora de Bíblia da quinta série surpreendeu Alvan ao falar sobre seu querido dinheiro do bolso. “Você não deve gastar todo o seu dinheiro em castanhas e sorvete”, disse ela. “Guarde um pouco para dar a Deus no Sábado.”

Alvan colocou dinheiro na oferta no Sábado. Era o dinheiro que seu pai lhe dera na manhã de Sábado. A professora falou sobre esse dinheiro também.

“Quando você dá dinheiro dos seus pais na igreja, você está apenas dando pelos seus pais”, disse ela. “Você não está dando seu próprio dinheiro.” Ela leu Malaquias 3:8: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós Me tendes roubado! Mas dizeis: Em que Te temos roubado? Nos dízimos e nas ofertas” (Malaquias 3:8).

Alvan pensou que a professora estava o criticando, e ele não gostou disso. Mas então pensou: Talvez ela esteja um pouco certa.

Era quinta-feira, e Alvan já havia gastado todo o dinheiro da semana. Ele decidiu economizar dinheiro para Deus na semana seguinte. Mas, na semana seguinte, novamente gastou todo o seu dinheiro.

Dois meses se passaram, e Alvan estava terrivelmente desapontado consigo mesmo. Ele simplesmente não conseguia economizar dinheiro para a oferta.

Um dia, ele e seu irmão de 17 anos, Allan, passaram por uma sorveteria enquanto voltavam para casa. Alvan tinha uma moeda de 20 xelins (20 centavos de dólar) no bolso e decidiu gastá-la com sorvete.

Mas seu irmão mais velho o impediu. “É infantil andar por aí comendo sorvete”, disse ele. “Eu não vou andar com alguém comendo sorvete.” Alvan ficou irritado. Ele queria o sorvete, mas não podia discutir. Então não comprou.

Quando chegou o Sábado, ele ainda tinha os 20 xelins no bolso. Colocou a moeda na oferta junto com os 20 xelins que seus pais lhe deram naquela manhã. Foi bom dar seu próprio dinheiro a Deus. Ele havia desistido de algo que realmente queria para a oferta e percebeu que não era uma grande perda.

Na semana seguinte, Alvan conseguiu economizar mais 20 xelins e os deu como oferta. Ele gostou da sensação! Decidiu dar 20 xelins todo Sábado — e tem feito isso até hoje. Para sua surpresa, ele nunca mais ficou sem dinheiro. Antes, nunca tinha dinheiro suficiente para durar a semana. Mas agora sempre tem o suficiente. Na verdade, muitas vezes sobra mais de 20 xelins, e ele dá o dinheiro extra ao Pai para colocar na poupança.

Às vezes, Alvan é tentado a comprar castanhas ou sorvete, mas lembra a si mesmo que deve guardar 20 xelins para Deus no Sábado.

“Lembro a mim mesmo que a obra de Deus é melhor do que o que eu quero”, disse ele.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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