Cidadania celestial

Sábado, 7 de Fevereiro

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Não fiquem preocupados com coisa alguma, mas, em tudo, sejam conhecidos diante de Deus os pedidos de vocês, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Filipenses 4:6).

Leituras da semana:
Filipenses 3:17–4:23; 1Coríntios 15:42-44; João 14:27; Salmos 119:165; Jó 1:21; 1Timóteo 6:7
A lição desta semana conclui nosso estudo de Filipenses, e está repleta de lições valiosas e máximas para a vida diária. Parece que muitos dos elevados valores morais que guiavam a vida do apóstolo Paulo se encontram nos versículos finais da epístola. Semelhante aos ensinamentos de Jesus, que se concentram na pessoa interior, o que Paulo compartilha conosco são segredos para viver uma vida cristã alegre.

Mesmo quando as coisas não acontecem como gostaríamos, o que acontece com mais frequência do que gostaríamos, não precisamos ficar preocupados, ansiosos ou desanimados. Pelo contrário, existem princípios que nos ajudam a encontrar força interior para enfrentar os desafios que a vida traz, e assim podemos experimentar uma paz estável e duradoura que somente Deus pode dar. O presente e o futuro estão em Suas mãos, e Ele suprirá tudo o que precisamos.

O mais importante é que não precisamos colocar nossas esperanças em sistemas terrenos de governo, que frequentemente nos desapontam. Como cristãos, somos cidadãos do reino celestial de Deus. E com essa cidadania vêm privilégios — maravilhosos privilégios — e também responsabilidades.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 14 de Fevereiro.

Domingo, 8 de Fevereiro

Todos nós, em algum momento, encontramos pessoas que admiramos e que queremos imitar. Para as crianças, é especialmente importante que tenham bons modelos a seguir. Idealmente, esses seriam seu pai e sua mãe. À medida que crescem, elas encontrarão outros modelos, talvez relacionados à carreira que escolherem ou mesmo em biografias que tenham lido. Elas também podem aprender como diversos personagens da Bíblia lidaram com desafios e compará-los às suas próprias experiências de vida.

Infelizmente, na mídia atual, abundam maus exemplos. Somos bombardeados com “clickbait” — histórias que detalham os problemas escandalosos e as vidas conturbadas de celebridades. Os leitores de Paulo em Filipos, embora, é claro, não estivessem lidando com a internet, enfrentavam desafios semelhantes.

O fato é que o mundo em que Paulo vivia era muito corrupto, imoral e maligno, assim como o nosso hoje. Sempre houve — e sempre haverá, pelo menos até o fim — maldade mais do que suficiente para todos. A questão para nós é: como respondemos a isso?

Leia Filipenses 3:17-19. Como bons e maus modelos de comportamento são descritos nessa passagem? Quais sinais ajudam a diferenciá-los?

Não devemos deixar passar despercebido o amor de Paulo por aqueles com quem ele discorda — ele chora por eles! Note também que ele não os chama de seus inimigos, mas de “inimigos da cruz de Cristo” (Filipenses 3:18). Paulo reconheceu que estavam em jogo questões muito maiores, a saber, como a Cruz derruba barreiras e nos coloca a todos no mesmo nível, como pecadores necessitados de um Salvador (ver Efésios 2:11–14).

Além disso, não devemos ignorar como Paulo exorta os filipenses a se concentrarem nos bons exemplos, e não nos maus; a observarem cuidadosamente aqueles cujo modo de vida é muito semelhante ao seu próprio. Curiosamente, Paulo usa linguagem semelhante ao advertir os romanos a “atentar para aqueles que causam divisões e escândalos, contrários à doutrina que aprenderam, e a evitá-los” (Romanos 16:17). Os enganadores em Roma são descritos como aqueles que “não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas à sua própria barriga” (Romanos 16:18).

Embora Jesus seja o único padrão perfeito, há outros que, em certas áreas, poderiam ser bons modelos. E você? Que tipo de modelo tem sido para os outros?

Segunda, 9 de Fevereiro

Leia Filipenses 3:20, 21. Como Paulo descreve de forma vívida o significado de “pátria” (NAA) ou “cidadania” (NVI) cristã?

Ao contrário dos inimigos da Cruz, que “têm a mente voltada para as coisas terrenas” e não têm outro Deus senão a sua própria barriga (Filipenses 3:19), a cidadania cristã é no céu, e nosso governante é o próprio Jesus Cristo. Para reforçar esse ponto, Paulo destaca a necessidade de que “estes nossos humildes corpos” (Filipenses 3:21) — sujeitos a doenças, deterioração e morte — sejam transformados para se tornarem como o corpo glorioso da ressurreição de Cristo.

Como os seguintes textos descrevem o estado glorificado?

a) Jó 19:25-27; b) Lucas 24:39 ; c) 1 Coríntios 15:42–44; d) 1 Coríntios 15:50–54;
e) Colossenses 3:4

No final, por meio de Jesus, a morte, “o último inimigo”, será destruída (1 Coríntios 15:26). E essa é a nossa maior esperança, a promessa definitiva que nos foi dada em Jesus — não apenas o fim da morte, mas um corpo totalmente novo, até mesmo um “corpo glorioso” (Filipenses 3:21).

Em um livro sobre como encontrar a “salvação” sem Deus, que argumentava, de forma bastante tola, que superar o medo da morte é “salvação”, o autor Luc Ferry admite que o cristianismo “nos permite não apenas transcender o medo da morte, mas também vencer a própria morte. E ao fazer isso em termos de identidade individual, e não de anonimato ou abstração, parece ser a única versão que oferece uma vitória verdadeiramente definitiva da imortalidade pessoal sobre nossa condição de mortais.”—Ferry, A Brief History of Thought (Nova Iorque: HarperCollins, 2011, edição Kindle), p. 90. Uma admissão notável, vinda de um ateu.

Assim, para Paulo, nossa cidadania celestial inclui a promessa da ressurreição e da vida eterna em uma existência completamente nova, que mal podemos imaginar agora.

Por que a vida eterna é essencial à nossa fé? Há algo no mundo que seria mais valioso do que aquilo que Cristo nos dá?

Terça, 10 de Fevereiro

Leia Filipenses 4:4-7. Como podemos experimentar a “paz de Deus”?

Depois de tocar novamente na necessidade de unidade (Filipenses 4:1–3), Paulo passa para outro tema: alegrar-se no Senhor (Filipenses 4:4–7).

Quantas vezes você já ficou estressado com coisas que, no final, desapareceram tão facilmente quanto surgiram? Com razão, Jesus enfatizou repetidamente que não devemos nos preocupar (ver Mateus 6:25–34; Mateus 10:19), e Pedro nos lembra que podemos lançar sobre o Senhor todas as nossas preocupações ou ansiedades (ESV), “porque Ele cuida de vocês” (1 Pedro 5:7). De fato, os problemas crescentes em todo o mundo deveriam nos inspirar à esperança de que a vinda do Senhor está próxima (comparar Mateus 24:33; Lucas 21:28; Tiago 5:8).

O antídoto para a ansiedade em tudo, incluindo cada situação, é elevar uma oração de fé (Filipenses 4:6–7). Claramente, devemos crer e agir em nossa oração como se ela já tivesse sido atendida, mesmo antes de vermos sua realização, porque devemos orar “com ação de graças”. Acrescenta-se também a palavra “súplica” (grego: deēsis), sinalizando momentos de extrema necessidade e urgência (ver, por exemplo, Lucas 1:13; Filipenses 1:19; 1 Timóteo 5:5; Tiago 5:16). Nossas orações continuam sendo “pedidos”, mas podemos saber que nossas petições foram recebidas desde que as façamos “segundo a Sua vontade” (1 João 5:14). Então podemos descansar e ter paz, sabendo que todos os nossos pedidos estão nas mãos de Deus.

Como as passagens a seguir ampliam nossa compreensão sobre a paz de Deus?Salmos 29:11; Isaías 9:6; Lucas 2:14; João 14:27; 1Coríntios 14:33

A paz de Deus é algo que o mundo jamais pode oferecer, porque a paz de Deus vem da certeza de que temos o dom da vida eterna por meio de Jesus, nosso Salvador (Romanos 5:1; Romanos 6:23). Essa paz impacta todos os aspectos da vida e “excede todo entendimento” (Filipenses 4:7). Ela não pode ser compreendida apenas pela mente, como indica a palavra grega nous (mente) usada aqui.

Como você explicaria a alguém o que é experimentar a paz de Deus?

Quarta, 11 de Fevereiro

A paz que excede todo entendimento também “guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus” (Filipenses 4:7). Nossa vida interior precisa de proteção. Curiosamente, Filipenses 4:7 usa uma metáfora militar em conexão com a paz de Deus. O verbo grego (phroureō) é usado para descrever uma guarnição de soldados protegendo uma cidade contra invasão (2 Coríntios 11:32; comparar Atos 9:24).

Outro aspecto muito importante da paz interior envolve viver em harmonia com a vontade de Deus. “Grande paz têm os que amam a tua lei, e não há para eles tropeço” (Salmos 119:165).

Leia Filipenses 4:8, 9. Que ações específicas são recomendadas?

Paulo introduz Filipenses 4:8–9 com “além disso” e uma lista de seis virtudes, seguida de um resumo conciso delas e do encorajamento para imitarmos o exemplo de Paulo. Essa exortação final, de caráter transcultural, se encaixa bem no contexto greco-romano de Filipos, com sua dupla ênfase na virtude e no exemplo. Curiosamente, porém, o foco está nas virtudes bíblicas, o que fica evidente pela omissão, por parte de Paulo, das quatro virtudes cardeais gregas (prudência, justiça, temperança e coragem).

1. Verdadeira — não por acaso, a lista começa com a virtude cardeal bíblica da verdade, que Jesus (“Em verdade, vos digo...”) e todo o Novo Testamento enfatizam com frequência (ver, por exemplo, Atos 26:25; Romanos 1:18; 1 Coríntios 13:6; 2 Coríntios 4:2; Efésios 4:15; 1 Timóteo 3:15; Tiago 1:18; 1 Pedro 1:22; 1 João 2:21).

2. Nobre — a palavra grega refere-se a uma virtude pessoal (comparar outros usos em 1 Timóteo 3:8,11; Tito 2:2, onde é traduzida como “reverente”).

3. Justa — esta virtude é definida pelo caráter justo de Deus (comparar seu uso em Filipenses 1:7).

4. Pura — pensamento e ação que fluem da justiça justificadora de Deus recebida pela fé (ver 1 João 3:3).

5. Amável — beleza estética, amplamente visível na criação de Deus.

6. Admirável — “amável, cativante e gracioso”.

Paulo dá duas qualificações adicionais, para que nenhum significado pagão seja atribuído a essas virtudes: “Se há alguma virtude, e se há algum louvor” (Filipenses 4:8), devemos pensar nessas virtudes celestiais. Em seguida, para remover qualquer dúvida ou possível mal-entendido, Paulo nos chama a praticar o que aprendemos, recebemos, ouvimos e vimos em seu próprio exemplo (Filipenses 4:9).

Quinta, 12 de Fevereiro

Leia Filipenses 4:10-13, 19. Que princípios Paulo revela para viver com alegria e contentamento?

Quando circunstâncias extremas surgem (fome, doença, ferimento, perda), começamos a refletir sobre as coisas que realmente importam e a valorizar as bênçãos que normalmente tomamos por garantidas. Quando somos “abatidos” (Filipenses 4:12), “necessitados” ou deixados com “quase nada”, é quando a fé se manifesta plenamente.

Por outro lado, quando “vivemos em prosperidade”, isso deve sempre ser acompanhado da consciência de que tudo pode desaparecer num instante (ver Provérbios 23:5). Como tanto Jó quanto Paulo nos lembram, não trouxemos nada ao mundo quando nascemos, e nada levaremos conosco para o túmulo (Jó 1:21; 1 Timóteo 6:7).

Observe as seguintes promessas bíblicas:

• Salmos 23:1 — “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará”.

• Mateus 6:32 — “Pois o vosso Pai celeste sabe que precisais de todas estas coisas”.

• 1 Pedro 5:7 — “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês”.

• Filipenses 4:19 — “O meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória, em Cristo Jesus”.

E, o mais maravilhoso de tudo: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Filipenses 4:13). Talvez nenhum de nós consiga compreender plenamente o que “todas as coisas” envolve. Certamente, como em qualquer pedido por ajuda e força de Deus, devemos pedir segundo a Sua vontade. Mas muitas vezes nem pedimos por coisas que sabemos que estão de acordo com Sua vontade. É por isso que Tiago 4:2 diz: “Não tendes, porque não pedis”.

Aqui estão algumas coisas que podemos pedir com confiança, porque sabemos que estão em harmonia com a vontade de Deus:

• Salvação para um ente querido ou amigo (1 Timóteo 2:3–4)

• Coragem para compartilhar nossa fé (Apocalipse 22:17)

• Perdão quando confessamos e abandonamos o erro (1 João 1:9)

• Força para obedecer aos mandamentos de Deus (Hebreus 13:20–21)

• Amor por aqueles que nos odeiam e nos maltratam (Mateus 5:44)

• Sabedoria para situações desafiadoras (Tiago 1:5)

• Compreender a verdade na Palavra de Deus (João 8:32)

Como você lida com aquilo pelo que tem orado, mas que ainda não aconteceu – ou talvez nunca aconteça?

Sexta, 13 de Fevereiro

“Somente aqueles que estão constantemente recebendo novas doses de graça terão poder proporcional às suas necessidades diárias e à sua capacidade de usar esse poder. Em vez de esperar por algum tempo futuro em que, por meio de uma especial concessão de poder espiritual, receberão uma preparação milagrosa para ganhar almas, eles se rendem diariamente a Deus, para que Ele os faça vasos adequados para Seu uso. Diariamente eles aproveitam as oportunidades de serviço que estão ao seu alcance. Diariamente eles dão testemunho do Mestre onde quer que estejam, seja em alguma esfera humilde de trabalho no lar, seja em um campo público de utilidade.

“Para o consagrado obreiro, há um maravilhoso consolo em saber que até Cristo, durante Sua vida na Terra, buscava diariamente Seu Pai à procura de nova provisão da graça necessária e saía dessa comunhão com Deus para fortalecer e abençoar outros” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], p. 36).

“Deus fez preciosas promessas para os Seus filhos, sob condição de obediência fiel aos Seus preceitos. Não existe sequer um obstáculo que Ele não possa remover, não há trevas que não possa afastar, fraqueza alguma que seja incapaz de transformar em poder, nenhum temor que não possa acalmar, nenhuma aspiração digna que não possa guiar e fortalecer.

“Não devemos olhar para nós mesmos. Quanto mais demorarmos o pensamento em nossas imperfeições, menos força teremos para vencê-las” (Ellen G. White, Para Conhecê-Lo [CPB, 1965], 6 de agosto).

Questões para discussão:

Quais orações atendidas mais marcaram sua vida? E as não respondidas conforme o que você esperava? Como, em ambos os casos, você tem experimentado a paz de Deus, que excede todo entendimento?

Leia Filipenses 4:8. No que você costuma ocupar seus pensamentos? De que forma isso fortalece (ou enfraquece) sua fé e seu relacionamento com Deus?

O que significa a afirmação: “Quanto mais demorarmos o pensamento em nossas imperfeições, menos força teremos para vencê-las”? Qual é, então, o caminho para a verdadeira vitória?

Informativo mundial da Missão

O pequeno Rene gostava de tudo sobre os Adventistas do Sétimo Dia. Em sua província natal, nas Filipinas, todas as pessoas ricas pareciam ser Adventistas. Tinham grandes plantações de arroz e um bom padrão de vida. Rene queria um estilo de vida semelhante.

Um dia, várias crianças Adventistas o convidaram para ler a Bíblia com elas. Então, o filho do empregador de seu pai, um fazendeiro de arroz Adventista, o convidou para a Escola Sabatina e para a igreja.

Pela primeira vez, Rene ouviu falar sobre o Sábado. Soava lógico. Ele também percebeu que as crianças Adventistas se vestiam bem. Gostava de que elas não xingassem. Ele queria ser como elas.

Quando tinha 12 anos, foi batizado e se juntou à Igreja Adventista.

Ele não ficou rico, e sua vida parecia piorar. Sua família o desprezava por sua fé e deixou de financiar seus estudos. Foi obrigado a abandonar a escola. Depois de quatro anos, já estava cansado. Aos 16 anos, deixou a igreja e se juntou a seu pai nos campos de arroz do fazendeiro Adventista. Logo começou a beber, fumar, jogar e comer todo tipo de alimento impuro.

Dois anos se passaram, e um jovem de 17 anos chamado Rodel bateu à porta.

—“Sou missionário,” disse ele à mãe de Rene. “Posso entrar?”

—“Que tipo de missionário?” perguntou ela.

—“Movimento Missionário 1000,” disse ele.

—“O que é isso?” perguntou a mãe.

—“Sou missionário Adventista do Sétimo Dia,” respondeu.

—“Ahh,” disse a mãe. “Meu filho é Adventista, mas se desviou.”

—“Onde ele está?”

—“Está dormindo.”

Como um agricultor trabalhador, Rene estava exausto. A mãe conduziu Rodel até ele.

—“Meu amigo, por que você parou de ser Adventista?” disse Rodel.

Rene ficou surpreso, mas deixou claro que não voltaria à igreja.

—“Minha família me odiava por eu ser Adventista.”

—“Posso te convidar para a igreja?”

—“Não creio. Não posso ir.”

Rodel foi embora. Mas um ano e meio depois, quando Rene tinha 20 anos, ele voltou.—“Meu amigo, venha pescar comigo,” disse Rodel.

Rodel não tentou convencer Rene a ir à igreja. Ele simplesmente fez amizade com ele. Foram pescar juntos. Depois de um tempo, Rene se viu de volta à igreja nos sábados.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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