Enfrentando a realidade

Sábado, 28 de Março

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Como o Pai Me amou, também Eu amei vocês, permaneçam no Meu amor” (João 15:9)

Leituras da semana:
1 Crônicas 8.
Como você descreveria o seu relacionamento com Deus hoje?

É vibrante e forte? Você passa tempo investindo nesse relacionamento, pesquisando a Sua Palavra inspirada e falando com Ele como um Amigo? Se sim, quanto tempo você dedica a isso?

Além disso, você se sente impulsionado a compartilhar com outros sobre o seu relacionamento com Deus porque é o relacionamento mais maravilhoso da sua vida? Ou, pelo contrário, o seu relacionamento com Deus tem enfraquecido com o tempo? Ele ainda existe, sim, e você se conecta de vez em quando, mas, para ser honesto, não é tão forte como costumava ser. Ou, talvez, você esteja em algum lugar no meio, o que a Bíblia chama de “morno” (Apocalipse 3:16).

Você já se perguntou se os anjos ponderam por que não vivemos em adoração ao nosso Salvador e Redentor, com corações famintos e mentes ansiosas para nos aproximarmos mais de Deus a cada dia? Mas, na verdade, um relacionamento com Deus muda tudo — tanto aqui quanto na eternidade.

Nesta semana, vamos considerar o estado atual do nosso relacionamento com Deus e qual é o conselho da Bíblia para nós. De fato, não podemos sair de onde estamos para um lugar melhor até fazermos uma avaliação honesta de nós mesmos e ouvirmos a solução que Jesus descreve.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 04 de Abril.

Domingo, 29 de Março

Você já se perguntou o que Jesus diria se Ele descrevesse o seu relacionamento com Ele neste momento? Talvez Ele dissesse que é forte ou que já foi mais forte no passado. Você já se perguntou o que Jesus diria se Ele descrevesse o Seu povo nestes últimos dias? Em Apocalipse 3:14–22, Jesus realmente os descreve.

Ele começa afirmando que é a “‘Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus’” (Apocalipse 3:14). Uma testemunha fiel e verdadeira não mente, mas fala de forma clara e honesta.

Leia Apocalipse 3:14-17. Qual é a condição espiritual do povo de Deus e a sua condição pessoal?

Jesus nos diz, a nós, cristãos que vivemos nos últimos dias, que Ele nos conhece. Não somos nem quentes nem frios, porque, do nosso ponto de vista, achamos que não precisamos de nada. Os dias e as semanas passam, e passamos um pouco de tempo com Deus aqui e ali, e pensamos que isso é suficiente. Mas não é. Pelo contrário, na verdade precisamos Dele muito mais desesperadamente do que imaginamos. Se ao menos pudéssemos amar e viver para Jesus de todo o coração, ou então não viver para Ele de forma alguma. Isso seria melhor, do ponto de vista de Deus, do que sermos mornos.

Jesus diz que nos vomitará da Sua boca, porque temos um gosto tão desagradável quanto realmente somos. Mas Ele ainda não fez isso e nos pede que tomemos decisões ousadas agora mesmo.

Leia Apocalipse 3:18, 19. Qual é o conselho de Jesus?

Nos tempos antigos, “comprar” algo significava fazer trocas ou permutar bens. Aqui, Jesus generosamente oferece uma troca: a nossa apatia pelo Seu ouro, pelas Suas vestes brancas e pelo Seu colírio. Ele deseja nos tornar ricos aos Seus olhos; quer nos cobrir com o Seu manto perfeito de justiça; e quer abrir os nossos olhos para vermos a verdade de como um relacionamento permanente com Ele muda absolutamente tudo.

Ele nos oferece tudo de que precisamos, especialmente porque aquilo de que precisamos não podemos prover por nós mesmos. Somente Ele pode — e fará —, mas apenas se estivermos dispostos.

Se olhar para si mesmo e reconhecer sua condição espiritual causa dor e desespero, não desanime. Que esperança você encontra nas palavras de Jesus que estudamos hoje?

Segunda, 30 de Março

“‘Eu repreendo e disciplino a quantos amo’”, Jesus nos diz em Apocalipse 3:19. “‘Sê, pois, zeloso e arrepende-te’”. Nenhum de nós, nem por um segundo, poderia dizer com justiça que Jesus não se importa connosco ou com o nosso futuro. Quão mais fácil teria sido para Jesus desistir da humanidade e não percorrer o caminho doloroso que escolheu trilhar nesta terra. É precisamente porque Ele nos ama tão profundamente que nos repreende no nosso estado atual. Ele deseja um relacionamento muito mais forte e profundo connosco. Ele não está satisfeito com as nossas atitudes inconstantes, com a nossa postura de “irei até Ele quando precisar”.

arrependimento. Mas não podemos nos arrepender a menos que percebamos que há algo errado. E Ele já nos disse exatamente o que está errado connosco: pensamos que somos ricos, mas na verdade somos “‘miseráveis, dignos de compaixão, pobres, cegos e nus’” (Apocalipse 3:17).

Qual é a promessa de Apocalipse 3:20? O que fazer para que ela se cumpra em nós?

Este é um quadro tão belo e extraordinário. O Deus do universo quer sentar-Se à mesa com você, comigo. Ele deseja envolvimento mútuo e conversa à volta de uma boa refeição. Ele quer um relacionamento próximo e constante, e Jesus nos convida a ter isso com Ele.

Jesus está pacientemente esperando e batendo à porta do seu coração. Talvez você já tenha visto ilustrações disso em livros infantis — um Salvador alto e gracioso, batendo suavemente. Ele não entra à força nem obriga você a falar com Ele. Ele não se impõe ao seu tempo nem à sua vida ocupada. O tempo é curto; por isso, se você O ouvir, abra a porta. Ele estará ali para entrar na sua vida.

Essa metáfora ilustra o tipo de relacionamento que Jesus deseja ter com cada um de nós. Mas um dia, quando você encontrar Jesus face a face, quando lançar a sua coroa aos Seus pés em adoração e louvor juntamente com milhares e milhares de outros em culto ao Criador (Apocalipse 4:9–11, Apocalipse 5:11–14), quando olhar para trás e lembrar das suas provações nesta terra e perceber que elas se tornam insignificantes — você acha que, nesse momento, irá se arrepender do tempo que passou com Jesus aqui na terra?

Jesus está chamando. Ele continua batendo. Mas a decisão de abrir o coração é sua. Ninguém pode decidir por você. Refletir sobre a cruz o motiva a fazer essa escolha?

Terça, 31 de Março

Depois de descrever a nossa condição apática, Jesus nos diz que isso é algo que deve ser vencido. “‘Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono’” (Apocalipse 3:21). Para alguns de nós, pode ser a maior batalha que já enfrentamos — simplesmente reconhecer a nossa condição fraca e autossuficiente; aceitar a repreensão de Jesus; arrepender-nos; e receber sobre nós o manto da Sua justiça.

O que é tão impressionante é que Jesus compreende a nossa condição apática e morna e Se identifica connosco (não que Jesus alguma vez tenha sido morno). Ele diz: “‘Ao que vencer… assim como eu venci’” (Apocalipse 3:21). Porque morreu para nos salvar, Jesus venceu o pecado e a sua penalidade. Ele entende as batalhas contra o pecado que enfrentamos e promete ajudar-nos.

Muitas pessoas na Bíblia responderam ao convite de Deus para estarem em um relacionamento de aliança com Ele. Esta é a narrativa principal ou o grande tema de toda a Bíblia. Quando olhamos para algumas dessas pessoas, podemos ver que Deus interagiu com elas de maneiras diferentes em momentos distintos.

O que os seguintes textos revelam sobre como Deus interage com as pessoas?

Gênesis 2:7; Gênesis 3:8-10

Gênesis 5:24; Gênesis 6:13

Gênesis 12:1-4; Êxodos 34:29

Quer Deus tenha caminhado fisicamente com os Seus filhos ou apenas falado com eles, a verdade é que Ele sempre desejou estar próximo da humanidade. Independentemente de como está o seu relacionamento com Deus hoje, Deus quer estar perto de você. Podemos ler sobre essa ideia em Jeremias 31:3, 4 abaixo:

“O Senhor me apareceu antigamente, dizendo: ‘Com amor eterno te amei; por isso, com benignidade te atraí. Ainda te edificarei, e serás edificada’” (Jeremias 31:3–4).

Se o seu dia está começando ou terminando agora, Deus está procurando você e esperando, desejando aproximá-lo mais Dele. Ele quer construir — ou reconstruir — o seu relacionamento com Ele. Se isso não está acontecendo, a responsabilidade está do seu lado, não do Dele.

O que, se não for superado, pode impedir seu relacionamento com Deus?

Quarta, 1 de Abril

Os discípulos seguiram Jesus descendo as escadas do cenáculo até a rua abaixo. Enquanto caminhavam juntos em direção ao Getsêmani, naquela que foi uma das noites mais significativas da história da Terra, provavelmente não perceberam quão profundas eram algumas das últimas palavras de Jesus para eles no cenáculo.

O que as palavras de Cristo em João 15:1-11 revelam sobre estar ligado a Ele?

Essas palavras, pronunciadas pelo próprio Jesus, descrevem como é um relacionamento próximo com Deus. Note a palavra que se repete, não apenas duas, mas dez vezes: permanecer. Permanecer em Jesus é viver em conexão com Ele.

Ao enfrentar a cruz, Jesus não apenas enfatiza a grande importância de permanecer Nele, mas também declara de forma clara e simples os aspectos práticos de como isso se manifesta em nossa vida.

Isto é: Jesus é a Videira, nós somos os ramos. Como resultado de permanecermos Nele (estarmos conectados a Ele), o fruto crescerá em nossos ramos. Não podemos fazer o fruto crescer por nós mesmos. Às vezes, podemos até parecer que estamos permanecendo, mas a evidência estará na falta de frutos, e, eventualmente, os nossos ramos secarão. Se estivermos secos, o Agricultor acabará cortando os ramos. Independentemente de darmos fruto ou não, os nossos ramos serão podados.

Ao mesmo tempo, todos nós enfrentamos desafios e momentos dolorosos. Se permanecermos Nele, esses momentos produzirão mais fruto a longo prazo. Produzir fruto confirma quem somos: Seus discípulos. Produzimos fruto para trazer glória a Ele (e não a nós mesmos). Permanecer em Jesus significa guardar os Seus mandamentos, que são um reflexo do Seu belo caráter de amor altruísta. Permanecer em Jesus traz grande alegria. Permanecer em Jesus significa fazer o que Ele nos pede, como resposta a Ele. “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (1 João 5:3).

Se você pensar bem, permanecer em Jesus é um dos antídotos para a nossa condição de Laodiceia (Apocalipse 3:20, João 15:4). É o grande segredo de uma vida plena e significativa aqui na Terra e por toda a eternidade; contudo, de alguma forma, esquecemos facilmente o conselho de Jesus.

Por fim, Jesus diz a cada um de nós: “‘Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor’” (João 15:9). O amor de Jesus é o laço mais forte que nos atrai a Ele, e, quando conhecemos esse amor, somos profundamente movidos a responder com amor a Deus e aos outros.

Quinta, 2 de Abril

Permanecer em Cristo pode, às vezes, parecer uma das coisas mais difíceis de fazer. Podemos saber que é isso que precisamos, mas o ritmo acelerado da vida nos arrasta, e tudo parece difícil demais. Seguir a Deus pode parecer o maior peso de todos, especialmente para aqueles que são pressionados por alguém a seguir Jesus. Esse tipo de religião pode parecer um fardo, porque se trata apenas de ações externas, em vez do que está no coração. Nada poderia estar mais distante do que Deus deseja: um relacionamento cuja base é o amor mútuo, e não apenas regras; um relacionamento escolhido (no qual Ele nos escolheu primeiro), baseado no amor e no livre arbítrio.

Às vezes, podemos estar parcialmente conectados à Videira, mas não verdadeiramente permanecendo com todo o nosso ser. Podemos ir à igreja, orar e fazer o que sabemos ser certo, mas, por dentro, sentimo-nos secos. A verdade é esta: não podemos fazer com que permaneçamos em Jesus, assim como um ramo não pode se conectar sozinho à videira. Deus nos amou primeiro; Ele tomou a iniciativa. A nossa resposta é sempre uma reação ao que Deus já fez por nós.

Se você observar como uma videira sobrevive durante o inverno, aprenderá algo fascinante — os brotos dos ramos ficam desidratados e isolados do sistema de crescimento até a primavera. Quando o solo aquece, as raízes absorvem água, e a seiva sobe pelo tronco da videira até os brotos, iniciando então o crescimento. Sem a seiva fluindo pela videira, não há crescimento.

A seiva em uma videira é como a obra do Espírito Santo em nossa vida. Podemos ser como um ramo morto, mas, quando escolhemos passar tempo com Deus, o Espírito Santo entra em nós como a seiva que vem das raízes e nos traz vida, para que comecemos a crescer. Da mesma forma que precisamos fazer uma escolha consciente de querer permanecer em Jesus, também precisamos pedir que o Espírito Santo (a seiva) flua em nossa vida.

Leia Lucas 11:13 juntamente com Jeremias 31:3; 1 João 4:19 e Romanos 8:9-11. Qual é a mensagem central desses textos?

Na verdade, é o Espírito Santo quem traz crescimento e garante que estejamos prosperando e conectados à Videira. Precisamos pedir diariamente pelo Espírito Santo, que está aqui connosco na Terra para:

• ser o nosso Consolador (João 14:16–18),

• revelar Jesus a nós (João 15:26),

• convencer-nos do pecado (João 16:7–8), e

• guiar-nos a toda a verdade (João 16:13).

Como as ações do Espírito Santo podem transformar seu relacionamento com Deus?

Sexta, 3 de Abril

Antes de nascermos, Deus já nos amava; Ele tinha um plano para nos conhecer e para que nós O conhecêssemos. Ele nos busca, como um bom Pastor, e nos convida a permanecer Nele todos os dias. Precisamos apenas escolher responder a Ele e, então, trocar a nossa miséria e a nossa condição de Laodiceia pelos Seus bons dons (ver Apocalipse 3:18–19).

Assim como o crescimento lento dos ramos de uma videira, o nosso relacionamento com Deus pode crescer lentamente, ou pode acontecer em períodos mais intensos como resultado de uma chuva muito necessária. Independentemente do ritmo em que crescemos e da quantidade de fruto produzida em nossa vida, precisamos diariamente da “seiva”, ou seja, do Espírito Santo, para garantir que permaneçamos conectados a Jesus.

“Permanecer em Cristo significa receber constantemente o Seu Espírito, uma vida de entrega sem reservas ao Seu serviço. O canal de comunicação deve estar continuamente aberto entre o homem e o seu Deus. Assim como o ramo da videira retira continuamente a seiva da videira viva, também nós devemos apegar-nos a Jesus e receber Dele, pela fé, a força e a perfeição do Seu próprio caráter.” — Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 544.

“Como pode o ramo seco e desconectado tornar-se um com o tronco da videira? Como pode tornar-se participante da vida e da nutrição da videira viva? Somente sendo enxertado na videira, sendo levado ao relacionamento mais íntimo possível. Fibra por fibra, veia por veia, o ramo se apega à videira que dá vida, até que a vida da videira se torne uma com o ramo, e o ramo produza fruto como o da videira.” — Ellen G. White, Manuscrito 67, 1897.

Questões para discussão:

Quais eventos o levaram à condição de Laodiceia? Quais fatos o aproximaram de Deus?

Você tem orado pelo Espírito Santo? Como isso mudaria sua vida?

O que aconteceria se orássemos com mais fervor e frequência pedindo o Espírito Santo?

Como está seu relacionamento com Deus? Como restaurar essa conexão?

Informativo mundial da Missão

Kavono Kivatsi Samwele adorava tocar bateria na sua aldeia na República Democrática do Congo. Era uma boa vida, tocando bateria enquanto a sua esposa cantava, enquanto ele aguardava tornar-se chefe da aldeia.

Mas então Kavono, que tinha pouco mais de 20 anos, teve uma ideia. Seria ainda mais divertido acompanhar a sua esposa na bateria se ele pudesse escrever as músicas que ela cantava. Para isso, precisava aprender a ler e a escrever. Ele notou que uma escola Adventista do Sétimo Dia tinha sido aberta numa aldeia vizinha e matriculou-se na primeira classe.

Na escola, aprendeu a ler e a escrever, e também aprendeu sobre o Deus do céu. À medida que estudava, sentiu o chamado de Deus para se tornar pastor. Assim, abriu mão do seu direito de se tornar chefe da aldeia e tornou-se pastor Adventista. Ele também teve um filho chamado Kasereka Maghulu Kavatsi.

Quando era menino, Kasereka acompanhava o pai em viagens pastorais e também sentiu o chamado para se envolver na missão. Mas o seu talento estava no empreendedorismo, então entrou no mundo dos negócios, estabelecendo uma fazenda, expandindo para a pesca e, depois, abrindo uma loja de roupas. Os seus negócios cresceram e tornaram-se um império próspero.

Kasereka não esqueceu as verdades bíblicas que aprendeu com o pai e devolvia o dízimo de 10%. Após o casamento, o primeiro dízimo do casal foi de 10.000 dólares. A esposa de Kasereka, filha de um evangelista da igreja, disse que eles também precisavam dar uma oferta de 10%. Kasereka havia durante muito tempo ficado indeciso sobre quanto deveria dar de oferta, e o apelo dela o convenceu. O casal deu mais 10.000 dólares como oferta. Depois disso, passaram a devolver regularmente 10% de dízimo e 10% de oferta, e nunca lhes faltou nada. “Quando você ajuda a igreja, recebe uma bênção de volta”, disse Kasereka.

Desejando fazer a sua parte para proclamar a vinda de Jesus, Kasereka distribuiu exemplares de O Grande Conflito a outros líderes empresariais e funcionários do governo. Ele abriu um orfanato. Patrocinou órfãos e outras pessoas nos seus estudos, incluindo ajudando-os a obter mestrados e doutoramentos.

À medida que procurava abençoar os outros, as bênçãos sempre retornavam para ele. Ele ajudou mais de 100 pessoas a concluírem estudos de pós-graduação, mas muitos desses formados não conseguiam emprego devido à falta de oportunidades altamente qualificadas no país. Então, Kasereka acabou por contratá-los para trabalhar com ele, e as suas competências mostraram-se uma bênção para os seus negócios.

“Você não pode dar mais do que Deus”, disse ele.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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