Arrependimento e perdão

Sábado, 30 de Maio

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça “(1João 1:9).

Leituras da semana:
Isaías 61:10; Oséias 6:1-11; Atos 3:18, 19; Êxodo 34:1-10; Romanos 6:23; Mateus 22:1-14
A Terra Prometida parecia estar muito distante para os israelitas, que estavam acampados debaixo da coluna de nuvem na planície. Moisés tinha subido ao meio da escuridão espessa que cobria o topo do monte há muitos dias. Certamente o seu líder já teria morrido — pensavam — talvez de fome ou consumido pelo fogo no cume.

Aquela multidão mista (os israelitas juntamente com aqueles que saíram do Egito com eles no Êxodo) sentia-se inquieta e impaciente, pronta para avançar rumo à terra que mana leite e mel. Embora, poucos dias antes, essas mesmas pessoas tivessem feito um solene pacto com Deus para Lhe obedecer, queriam agora uma imagem que pudessem ver. Assim, reuniram-se à volta da tenda de Arão e exigiram que ele lhes fizesse um ídolo. Temendo pela sua própria segurança, Arão concordou. Em Êxodo 32–34, lemos como essa triste história se desenrola.

Este relato é apenas uma das muitas histórias das Escrituras que nos ensinam sobre arrependimento e perdão — o tema do estudo desta semana. Mantém em mente o versículo-chave desta semana ao longo de cada dia de estudo. Sim, nós pecamos, mas, graças à morte de Jesus na cruz, o perdão está disponível para o pecador sincero que confessa e se arrepende.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 06 de Junho.

Domingo, 31 de Maio

Tinha sido uma semana muito ocupada. Embora soubesse que havia muito a fazer antes do Sábado, o urgente acabou por consumir o importante e, quando deu por si, o sol já se tinha posto. A família partilhou uma refeição especial na sexta-feira à noite e teve um momento de culto juntos.

Mas, quando chegou a manhã de Sábado e ela acordou cedo, não pôde deixar de notar a casa de banho suja, que limpou. Depois viu que o seu filho mais novo tinha molhado a cama, então colocou os lençóis na máquina de lavar com outras roupas. Ao preparar o pequeno-almoço para a família, percebeu que não havia sobremesa para o almoço, então rapidamente fez um bolo de banana. Viu que o marido precisava de uma camisa passada a ferro para a igreja, então tratou disso também, depois dobrou algumas roupas e levou o lixo para fora.

E então caiu em si: é Sábado — um dia que amo mais do que qualquer outro! E aqui estou eu, a fazer todas estas tarefas e a permitir que estas coisas me distraiam daquilo que o Sábado realmente significa — aproximar-me de Deus.

Por um momento, a sua mente começou a justificar as suas ações — eram coisas que precisavam de ser feitas. Mas será que eram mesmo? Ela percebeu que estava a agir como Marta, “ocupada com muito serviço” (Lucas 10:40), mas as palavras de Jesus ecoaram na sua mente:

“‘Estás ansiosa e preocupada com muitas coisas. Mas uma só é necessária, e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada’” (Lucas 10:41, 42).

Essa “boa parte”: estar aos pés de Jesus por amor profundo a Ele — não apenas no Sábado, mas todos os dias. Naquela manhã, ela não tinha escolhido isso.

Ela amava a Deus, mas era fácil esquecer que Ele lhe tinha dado o Sábado como um presente no tempo para fortalecer o relacionamento entre ambos. Lágrimas silenciosas correram pelo seu rosto enquanto permanecia ali, na cozinha.

O propósito deste exemplo não é focar no que devemos ou não fazer no Sábado; antes, é um lembrete de por que é importante percebermos as coisas que enfraquecem ou prejudicam o nosso relacionamento com Deus. Quando o nosso coração sente a dor do pecado e da separação e clamamos a Ele, Jesus está muito perto (Salmos 53:2). Nas Suas mãos marcadas pelo sangue, Ele segura uma veste branca.

Ele vê as nossas lágrimas de arrependimento e remove as nossas roupas sujas. Então, envolve-nos completamente com o Seu manto puro de justiça. A Sua pureza cobre o nosso pecado confessado — de forma completa e perfeita. Podemos lavar as nossas vestes no Seu sangue (Apocalipse 7:14).

1. Leia Isaías 64:6, Zacarias 3:4 e Isaías 61:10. Como esses textos nos revelam a verdade essencial sobre a justiça de Cristo? Por que precisamos nos apegar com fervor ao que é prometido nesses textos?

Segunda, 1 de Junho

Enquanto pensava na distância entre ele e a sua esposa, sabia que tinha estado errado. Tinha sido rude e duro, e tinha dito coisas das quais se arrependia. No entanto, o pensamento seguinte foi: Será que ela não merecia, pelo menos um pouco?

Esse tipo de raciocínio soa-te familiar? É fácil passar de um sentimento de arrependimento para uma justificação dos nossos pensamentos e ações. Nem sempre é fácil dizer: “Desculpa…” quando erramos, mas isso é essencial para reconstruir ou fortalecer qualquer relacionamento.

O mesmo acontece na nossa relação com Deus. O Espírito Santo muitas vezes desperta a nossa consciência para os pecados que cometemos. O nosso coração é tocado por essas impressões, mas pode ser fácil ignorar essa voz suave e silenciosa enquanto justificamos o porquê de termos agido de determinada forma. Um dos papéis do Espírito Santo é “‘convencer o mundo do pecado’” (João 16:8). Que dom extraordinário de Deus (Lucas 11:13), pois precisamos dessa convicção para restaurar a distância que pode surgir na nossa caminhada com Ele.

. Leia Oseias 6. O que você percebe, de modo específico, sobre como Deus Se descreve ao nos convidar ao arrependimento?

Considera o papel do Espírito Santo no processo de nos enxertar novamente na Videira (João 15:4).

“Muitas vezes nos entristecemos porque as nossas más ações trazem consequências desagradáveis para nós mesmos; mas isto não é arrependimento. A verdadeira tristeza pelo pecado é o resultado da atuação do Espírito Santo. O Espírito revela a ingratidão do coração que desprezou e entristeceu o Salvador, e conduz-nos, contritos, aos pés da cruz. A cada pecado, Jesus é novamente ferido; [...] lamentamos os pecados que Lhe causaram angústia. Tal tristeza levará à renúncia do pecado.” — Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 233.

A verdade é que não podemos crescer no nosso relacionamento com Deus enquanto pecados escolhidos e alimentados permanecem entre nós e Ele. Todos nós ficámos aquém da glória de Deus, mas podemos — e devemos — arrepender-nos dos nossos pecados quando o Espírito Santo os traz à nossa consciência (Efésios 4:30).

3. Quando foi a última vez que você ouviu uma repreensão ou um chamado ao arrependimento? Como respondeu a ele? Peça agora a Deus que abrande seu coração.

Terça, 2 de Junho

O mundo secular bombardeia-nos com mensagens de independência, indulgência e autopromoção — o oposto dos princípios do reino de Deus. Curiosamente, as primeiras palavras registadas na Bíblia por João Batista e por Jesus foram semelhantes. João disse: “‘Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus!’” (Mateus 3:1, 2). Jesus disse: “‘O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho’” (Marcos 1:14, 15; ver também Lucas 24:46, 47).

Tanto Jesus como João chamaram aqueles que os ouviam ao arrependimento, porque o reino dos céus estava próximo. Será que essa mesma mensagem não continua igualmente relevante para nós hoje?

4. Leia Atos 3:18, 19. Por que o arrependimento é decisivo? O que são os “tempos de refrigério”?

A bondade e a benignidade de Deus levam-nos ao arrependimento (Romanos 2:4). O arrependimento envolve dois passos: (1) dor e tristeza sinceras pelos nossos pecados; e (2) a decisão honesta de abandonar o pecado. Na Bíblia, o arrependimento está quase sempre ligado ao perdão. Nós arrependemo-nos genuinamente; Deus perdoa. É assim tão simples (1 João 1:9; Apocalipse 3:19).

“O Senhor não retarda a Sua promessa, ainda que alguns a tenham por tardia, mas é paciente para convosco, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pedro 3:9). Enquanto nos preparamos pessoalmente para a Segunda Vinda, Deus está a dar-nos tempo para acertarmos a nossa vida com Ele.

Jesus sofreu, morreu e ressuscitou para que, quando nos arrependemos, a Sua graça opere um milagre na nossa vida. Ao contrário do mundo, que nos diz que estamos bem como somos, Deus chama-nos ao arrependimento e à fé (Atos 20:21), para que nos entreguemos totalmente nas Suas mãos, permitindo que Ele nos molde e transforme o nosso caráter à Sua semelhança, a fim de testemunharmos d’Ele (João 15:2, 8). Assim, crescemos e produzimos frutos dignos de arrependimento (Mateus 3:8).

“Não há arrependimento genuíno que não produza reforma. A justiça de Cristo não é um manto para cobrir pecados não confessados nem abandonados; é um princípio de vida que transforma o caráter e controla a conduta.” — Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 441, 442.

5. O arrependimento conduz à vida (Atos 11:18) e é parte indispensável do crescimento espiritual. No processo do arrependimento, qual etapa é mais desafiadora para você?

Quarta, 3 de Junho

Quando sentimos o peso do nosso pecado e permitimos que o Espírito Santo nos conduza aos pés da cruz, devemos pedir o perdão de Deus, sabendo que “o Senhor é misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em benignidade” (Salmos 103:8). Esta mesma declaração foi pronunciada pelo próprio Deus (Êxodo 34:6) depois de o Seu povo escolhido O ter entristecido.

6. Leia Êxodo 34:1-10. Que verdade essencial é apresentada nesse texto?

O facto de o Senhor ser misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em benignidade é precisamente a razão pela qual Jesus morreu na cruz — para que o nosso relacionamento com Deus pudesse ser restaurado.

É quando estamos dispostos a reconhecer e confessar o nosso pecado; quando dizemos: “Ó Senhor, aqui estou eu novamente… ‘Tem misericórdia de mim, pecador!’” (Lucas 18:13), que Jesus — que já está a trabalhar em nós e por nós através do Espírito Santo, mesmo antes de clamarmos a Ele — vê o peso e o remove de nós. Os nossos fardos são aliviados no Calvário, e Jesus está certamente muito perto quando nos aproximamos d’Ele e, mesmo antes disso, procura-nos como o Bom Pastor e está à porta, batendo (Apocalipse 3:20).

Não fiquemos afastados da cruz, olhando para Deus à distância. Corramos para Jesus e troquemos os nossos pecados e fardos pela Sua justiça (Zacarias 3:4).

Leia com atenção os textos a seguir e escreva, com suas palavras, o que eles dizem sobre a graça de Deus em seu favor:

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).

“Entretanto, onde foi ressaltado o pecado, transbordou a graça, para que, como o pecado reinou na morte, assim a graça reine pela justiça para conceder vida eterna, por meio de Jesus Cristo, o nosso Senhor” (Romanos 5:20, 21).

“Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5:8).

Quinta, 4 de Junho

Roupas elegantes muitas vezes definem os ricos segundo os padrões do mundo. Algumas pessoas dizem: “Visto-me assim para expressar quem eu sou.” Mas, no céu, tudo o que não for o nosso relacionamento com Deus desaparecerá (Mateus 6:19–21). A nossa identidade pessoal deve estar envolvida em Jesus e na Sua perfeita veste de justiça.

7. Leia a parábola em Mateus 22:1-14, contada por Jesus para explicar uma verdade sobre as vestes. Que mensagem essa parábola nos transmite?

Jesus chamou o homem sem veste de “amigo”, e, apesar da sua falta de resposta, eles deviam ter algum tipo de relacionamento. O homem conhecia a veste, mas tinha escolhido não a usar. O caráter de Jesus é perfeito e sem mancha, e Ele oferece-o a nós para que a Sua igreja “se vista de linho fino, puro e resplandecente” (Apocalipse 19:8), “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante” (Efésios 5:27).

O linho branco “é a justiça de Cristo, o Seu caráter imaculado, que pela fé é concedido a todos os que O recebem como seu Salvador pessoal.” — Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 182.

Adão e Eva vestiam uma roupa branca de luz suave antes de pecarem; depois do pecado, perceberam que estavam nus (Génesis 3:7) e fizeram roupas de folhas de figueira. Então Deus substituiu essas folhas por vestes feitas de peles de animais. Houve um sacrifício que produziu a sua roupa. Da mesma forma, nós aceitamos o sacrifício de Jesus ao recebermos a Sua veste de justiça.

“Nu e envergonhado, o homem procurou substituir as vestes celestiais, cosendo folhas de figueira para se cobrir. [...] Nada pode o homem inventar para substituir a veste de inocência que perdeu. Nenhuma veste de folhas de figueira, nem traje mundano, pode ser usado por aqueles que se sentarão com Cristo e os anjos na ceia das bodas do Cordeiro. Somente a veste que o próprio Cristo providenciou pode tornar-nos aptos para comparecer na presença de Deus. Esta veste, a veste da Sua própria justiça, Cristo colocará sobre cada alma arrependida e crente.” — Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 182, 183.

8. Precisamos, diariamente, nos revestir das vestes de justiça de Jesus. O que isso significa na prática? Como fazemos isso no cotidiano?

Sexta, 5 de Junho

A Bíblia frequentemente usa metáforas agrícolas para descrever a nossa condição espiritual. Oseias 10:12 é um exemplo que resume bem o que estudámos esta semana:

“Semeai para vós em justiça, ceifai segundo a misericórdia; lavrai o campo em pousio, porque é tempo de buscar ao Senhor, até que venha e chova justiça sobre vós.”

Semeamos, colhemos, preparamos o solo endurecido e buscamos a Deus para que Ele se aproxime de nós. O solo duro do nosso coração precisa ser preparado e estar pronto para receber a chuva (o Espírito Santo). Deus pode dar-nos o desejo de preparar esse solo, mas, no fim, o relacionamento com Ele é uma parceria (Filipenses 2:12, 13). Precisamos voltar-nos para Ele, estender a mão e apegar-nos a Ele. Então, Ele opera em nós para fazer o restante.

Um grande exemplo do que significa apegar-se a Deus encontra-se nestes versículos:“Os vossos olhos viram o que o Senhor fez por causa de Baal-Peor; porque a todo o homem que seguiu a Baal-Peor, o Senhor vosso Deus destruiu do meio de vós. Porém vós, que vos apegastes ao Senhor vosso Deus, estais todos vivos hoje” (Deuteronômio 4:3, 4).

Questões para discussão:

1 Jesus ensinou Seus discípulos a orar: “Não nos deixes cair em tentação; mais livra-nos do mal” (Mateus 6:13). Costumamos fazer esse pedido em nossas orações diárias? Com que frequência você busca proteção contra a tentação e o pecado?

2 Como você explicaria a alguém que não é cristão ou a um recém-convertido o precioso do das vestes de justiça de Cristo?

3 De que maneira as vestes de justiça de Cristo estão ligadas á mensagem do santuário, que trata do perdão e da purificação do pecador arrependido? Você compreende a beleza e a riqueza dessa verdade?

Informativo mundial da Missão

Miriam, uma mãe de 41 anos na Zâmbia, não se sentia bem. A sua cabeça latejava. O corpo doía. Uma tristeza profunda enchia a sua mente.

Com o coração pesado, foi à noite de abertura de uma série evangelística de uma semana em Livingston. No encontro, fez amizade com uma mulher Adventista do Sétimo Dia chamada Majorie. Miriam abriu o seu coração e pediu oração. Majorie orou por ela.

Então algo incomum aconteceu. No dia seguinte, Miriam estava a mexer uma panela de papa de milho ao fogo, do lado de fora da sua casa, às 11 horas da manhã. Como muitos zambianos, ela cozinhava ao ar livre porque uma crise nacional de energia tinha deixado muitas casas sem eletricidade. Enquanto mexia a panela, sentiu uma voz dizer: Vai ler a Bíblia agora mesmo. Deixa a panela e vai ler a Bíblia.

Miriam não sabia o que ler. Entrou em casa, abriu a Bíblia e leu o primeiro capítulo que encontrou. Ficou maravilhada. Sentiu como se Deus estivesse a falar diretamente com ela.

Fechou a Bíblia e terminou de preparar a papa. Depois voltou a entrar e leu outro capítulo. Parecia que Deus lhe dizia:

“Sabes que Eu ainda te amo? Vive como Eu quero que vivas.”

A alegria encheu o seu coração. As dores no corpo desapareceram, e a dor de cabeça passou. Ela ajoelhou-se e orou:

— Perdoa-me, Deus.

Naquela noite, Miriam voltou à reunião evangelística. Correu até Majorie e contou-lhe o que tinha acontecido.

As lágrimas encheram os olhos de Majorie quando soube que Miriam tinha ouvido a voz às 11 horas. Exatamente naquele momento, ela tinha sentido um forte impulso de orar por Miriam em casa.

— Arranja tempo para ler a Bíblia todos os dias e não te esqueças de orar constantemente — disse Majorie. — A Bíblia e a oração são a chave para tudo.

Meses passaram desde que Miriam começou a ler a Bíblia e a orar regularmente. A sua cabeça deixou de latejar. O corpo deixou de doer. A tristeza profunda que antes enchia o seu coração foi substituída por uma alegria radiante e um forte desejo de viver para Deus.

— A Bíblia tem-me encorajado — disse ela. — Deus fala através da Bíblia. Quando o inimigo tenta trazer confusão, eu simplesmente reclamo as promessas da Bíblia e oro.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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