Tribulações

Sábado, 6 de Junho

VERSO PARA MEMORIZAR:
E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança, a perseverança produz experiência e a experiência produz esperança. Ora, a esperança não nos deixa decepcionados, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi dado “(Romanos 5:3-5).

Leituras da semana:
Marcos 4:35-41; Marcos 5:21-34; Romanos 5:3-5; Romanos 8:28, 18; Jó 19:23-27; Jó 23:8-12; Lucas 24:13-27
Numa tarde, enquanto o sol se punha no horizonte, uma rapariga caminhava para casa quando uma tempestade escura se levantou. Ela apressou o passo, sabendo que ainda tinha algum caminho pela frente. Uma gota de chuva caiu no seu rosto, depois outra e, antes que percebesse, estava completamente encharcada. Começou a correr em direção à porta de casa, onde o pai saiu ao seu encontro. Ele tinha estado a observá-la pela janela da frente.

Enquanto colocava um cobertor sobre os seus ombros, perguntou-lhe:

— Estava a ver-te agora, debaixo da chuva. Por que, a cada relâmpago, paravas de correr para olhar para cima e sorrir?

— Eu parava para olhar para cima — respondeu ela — porque Deus estava a tirar-me uma fotografia!

Qual é a nossa reação quando as tempestades da vida chegam ou quando enfrentamos dificuldades no nosso relacionamento com Deus? Baixamos a cabeça enquanto a chuva cai sobre nós, ou olhamos para cima, confiando que Deus está presente quando voltamos o nosso rosto para Ele?

Nesta semana, vamos explorar algumas respostas que frequentemente temos quando a vida se torna difícil. Vamos refletir sobre como podemos usar os desafios da vida para fortalecer — e não enfraquecer — o nosso relacionamento mais importante.

Domingo, 7 de Junho

Jesus tinha passado o dia a falar a grandes multidões nas margens da Galileia. As Suas palavras ecoariam na mente das pessoas por muito tempo — e até pela eternidade.

Ao cair da noite, Jesus falou aos Seus discípulos, convidando-os para uma viagem com Ele: “‘Passemos para a outra margem’” (Marcos 4:35).

Jesus sabia que uma tempestade estava a caminho, mas mesmo assim sugeriu que fossem. Ele tinha uma lição importante para ensinar aos Seus seguidores mais próximos.

Provavelmente já sabes o que aconteceu a seguir.

1. Leia o relato da tempestade em Marcos 4:35-41. Que lições sobre fé encontramos nesse episódio?

Considera estes pontos:

1. Jesus adormece sobre o que provavelmente era a única almofada do barco. Os barcos de pesca normalmente tinham uma almofada onde o timoneiro, na popa, se sentava. Era essa pessoa que guiava o barco até ao destino. Aqui, Jesus está na posição de “condutor” do barco — mas adormece ao leme.

2. Nem todos os discípulos eram inexperientes no mar. Pedro, Tiago e João eram pescadores experientes. Conheciam bem o Mar da Galileia e sabiam como lidar com tempestades.

3. Este é o único relato nos Evangelhos em que Jesus é descrito a dormir. Durante uma das piores tempestades das suas vidas, quando os discípulos estão aterrorizados e pensam que vão morrer, Jesus está a dormir na popa.

4. A reação dos discípulos no momento de crise foi: “Mestre, não Te importas se morrermos?” (Marcos 4:38). Eles questionaram o caráter de Jesus e o Seu amor por eles. Muitas vezes, essa também é a nossa reação quando enfrentamos dificuldades.

É no meio do desespero que, por vezes, tentamos salvar-nos a nós mesmos (como os discípulos fizeram), ou então, quando sentimos dor ou perda, começamos a questionar ou duvidar do amor e do cuidado de Deus por nós. Presumimos que Ele deveria agir de determinada maneira com base na nossa perspetiva humana. Mas, tal como aconteceu com os discípulos, é nas tempestades da vida que Deus pode realizar os maiores milagres.

Deus é sempre fiel, mesmo quando a Sua aparente falta de intervenção não faz sentido para nós. Ele está connosco nas nossas tempestades e pode acalmá-las quando nós não conseguimos.

2. Qual costuma ser sua reação diante das tempestades da vida? Como esses momentos afetam seu relacionamento com Deus? Quando você viveu, na prática, o princípio de 2Coríntios 5:7?

Segunda, 8 de Junho

Imagina a multidão na margem da Galileia. Desde cedo estavam à espera do regresso de Jesus e, quando Ele desce do barco, apertam-se à Sua volta, seguindo-O até à aldeia de Cafarnaum. De repente, surge Jairo, chefe da sinagoga, suplicando a Jesus que vá curar a sua filha.

Entre as pessoas está uma mulher que estava doente há muitos anos. Tinha gasto todo o seu dinheiro com médicos, mas “em nada melhorou; antes, piorava” (Marcos 5:26). Ela tinha ouvido falar desse grande Homem da Galileia e, cheia de esperança, reuniu as poucas forças que tinha para sair de casa naquela manhã e juntar-se à multidão.

A pressão das pessoas era quase sufocante enquanto ela se aproximava lentamente de Jesus. E então, no meio dos empurrões, ela finalmente O vê. Encoraja-se a si mesma, dizendo: “‘Se apenas tocar nas Suas vestes, ficarei curada’” (Marcos 5:28).

3. Leia Marcos 5:21-34. O que aconteceu? E que lições podemos aprender com isso?

Este episódio mostra o cuidado e a compaixão de Jesus pelos doentes, pelos solitários e por aqueles que muitas vezes passam despercebidos no meio da multidão. Naquele dia, muitos estavam perto de Jesus enquanto caminhavam com a multidão, mas apenas uma pessoa se aproximou com intenção — para tocar n’Ele e receber a bênção que tanto precisava.

No entanto, não foi o toque em si que a curou; foi a sua fé que a tornou saudável (Marcos 5:34). Como afirma Ellen G. White: “O Salvador podia distinguir o toque da fé do contacto casual da multidão descuidada.” — O Desejado de Todas as Nações, p. 270.

A veste de Jesus não possuía nenhum poder especial; foi a fé da mulher e a sua decisão de se aproximar Dele que trouxeram a cura.

Aquela mulher frágil, no meio do sofrimento e da dor, poderia ter ficado em casa naquela manhã, mas escolheu deliberadamente procurar Jesus com esperança de ser curada. Vê-Lo à distância não era suficiente — ela aproximou-se.

Hoje, Jesus convida-nos a fazer o mesmo. Ele diz:

“‘Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas’” (Mateus 11:28, 29).

4. De que forma essa mulher, mesmo em grande necessidade, ilustra a verdade de Romanos 5:3-5? Como isso pode refletir em sua vida?

Terça, 9 de Junho

Quando pensamos em contratempos na Bíblia, Jó é talvez a primeira pessoa que nos vem à mente. Ele não apenas perdeu toda a sua riqueza (Jó 1:14–17), mas também perdeu os seus filhos (Jó 1:18, 19) e a sua saúde (Jó 2:7). A sua esposa ainda tentou convencê-lo a amaldiçoar Deus e a morrer (Jó 2:9).

Depois de algum tempo, três amigos vieram sentar-se com Jó. Ficaram tão chocados com a sua aparência que permaneceram em silêncio ao seu lado durante sete dias (Jó 2:13). Eventualmente, quando começaram a falar, tentaram apresentar razões humanas para explicar o sofrimento de Jó, mas, ao fazê-lo, acabaram por aumentar ainda mais a sua dor.

Os três amigos acusaram-no, dizendo que ele devia ter algum pecado oculto do qual precisava de se arrepender (Jó 8; Jó 11; Jó 15), chegando a afirmar: “‘Certamente tais são as moradas do ímpio, e este é o lugar daquele que não conhece a Deus’” (Jó 18:21).

5. Leia Jó 19:23-27; Jó 23:8-12. Como Jó respondeu?

Independentemente dos acontecimentos trágicos que o rodeavam, e do facto de não os compreender, Jó permaneceu fiel. Ele manteve-se firme. Não culpou Deus nem O amaldiçoou. Pelo contrário, quando foi tentado a fazê-lo, declarou:

“‘Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá. O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor’” (Jó 1:21).

Nós também vivemos no meio dessa mesma batalha. Satanás aflige-nos com dor, sofrimento, perdas e dificuldades como parte do seu plano para distorcer a nossa visão de um Deus amoroso. Nessas situações, podemos reagir de duas formas: culpar e rejeitar Deus ou apegar-nos a Ele com todas as nossas forças.

Embora a batalha se desenrole à nossa volta, devemos lembrar que, à luz da eternidade, os nossos sofrimentos atuais são apenas temporários (2 Coríntios 4:16–18). Há muito mais além daquilo que vemos aqui e agora, e um dos maiores desafios para o crente é confiar em Deus mesmo nos momentos mais sombrios.

Deus já nos revelou, de muitas formas, a realidade do Seu amor. Precisamos agarrar-nos firmemente a essa verdade fundamental — o amor de Deus — mesmo quando não o sentimos no momento.

6. Se você está passando por um momento difícil, corra para Deus. Saia ao ar livre com sua Bíblia e um caderno e passe tempo com Ele. Copie Romanos 5:3-5 e medite na mensagem desse texto, crendo que o amor e o cuidado de Deus são o fundamento mais seguro da sua vida.

Quarta, 10 de Junho

Tinham sido semanas intensas para aqueles dois discípulos, enquanto reviviam na mente alguns dos acontecimentos e conversas que tinham vivido. A entrada triunfal em Jerusalém e a purificação do templo. A Páscoa no cenáculo. As orações de Jesus no Getsémani. A terrível traição de Judas. O julgamento, a zombaria, os espancamentos. O corpo ferido de Jesus pendurado na cruz e as Suas últimas palavras antes de expirar, enquanto o céu da tarde se tornava escuro. O forte rasgar do véu do templo. Os sepulcros abertos dos justos. O cuidado ao retirar o corpo de Jesus da cruz e colocá-Lo no túmulo antes do Sábado. E depois, a confusão, o desânimo e as perguntas na mente dos discípulos. Como puderam ter entendido tudo tão mal?

Os seguidores de Jesus estavam desapontados, desanimados e confusos. Este era o maior revés das suas vidas. O que eles não percebiam era que aquilo era apenas um momento dentro da maior história de todos os tempos. Enquanto dois deles caminhavam na estrada para Emaús, Jesus apareceu e passou a caminhar com eles.

7. Leia Lucas 24:13-27. Descreva os dois pontos de vista da cena: dos discípulos e de Jesus?

Quando os seus olhos foram abertos, os dois discípulos correram de volta a Jerusalém para contar o que lhes tinha acontecido no caminho (Lucas 24:33–35). Quando Jesus apareceu e se colocou no meio deles, ficaram cheios de medo. Repara nas perguntas que Ele lhes fez:

“‘Por que estais perturbados? E por que surgem dúvidas no vosso coração?’” (Lucas 24:38).

Esta também é a mensagem de Jesus para nós hoje. Muitas vezes esquecemo-nos de que Ele caminha ao nosso lado nos vales. Muitas vezes não O reconhecemos. Muitas vezes esquecemo-nos de que há muito mais na história do que aquilo que conseguimos ver. Muitas vezes deixamo-nos perturbar e permitimos que dúvidas encham o nosso coração, esquecendo que Jesus tem a nossa vida segura nas Suas mãos.

E, demasiadas vezes, pensamos que sabemos melhor do que Jesus o que realmente está a acontecer na nossa vida (Lucas 24:18).

8. Estude algumas passagens que ensinam como reagir, como cristãos, às tribulações (Romanos 8:28, Filipenses 4:4-13; Tiago 1:2-4, 12; 2 Coríntios 12:9, 10). Com base em 2 Coríntios 1:4, escreva três mensagens que você pode compartilhar com alguém que está enfrentando lutas neste momento.

Quinta, 11 de Junho

Alguma vez desejaste poder ver Jesus quando te sentes desanimado? Imagina-te neste sonho:

“Parecia-me estar sentada em profundo desespero, com o rosto entre as mãos, refletindo assim: Se Jesus estivesse na Terra, eu iria até Ele, lançar-me-ia aos Seus pés e contar-Lhe-ia todos os meus sofrimentos. Ele não me rejeitaria, teria misericórdia de mim, e eu O amaria e serviria sempre. Nesse momento, a porta abriu-se, e uma pessoa de forma e semblante belíssimos entrou. Olhou para mim com compaixão e disse: ‘Desejas ver Jesus? Ele está aqui, e podes vê-Lo se assim desejares. Toma tudo o que possuis e segue-me.’

“Ouvi isto com alegria indescritível e, com gosto, reuni todos os meus poucos bens, cada pequeno objeto precioso, e segui o meu guia. Ele conduziu-me a uma escada íngreme e aparentemente frágil. Quando comecei a subir os degraus, advertiu-me a manter os olhos fixos para cima, para que não ficasse tonta e caísse. Muitos outros que subiam aquela subida íngreme caíram antes de chegar ao topo.

“Finalmente, alcançámos o último degrau e ficámos diante da porta. Aqui, o meu guia disse-me que deixasse todas as coisas que tinha trazido comigo. Alegremente, deixei-as ali; então ele abriu a porta e convidou-me a entrar. Num instante, estava diante de Jesus. Não havia como confundir aquele belo semblante. Uma expressão tão radiante de bondade e majestade não poderia pertencer a mais ninguém. Quando o Seu olhar repousou sobre mim, soube imediatamente que Ele conhecia todas as circunstâncias da minha vida, bem como todos os meus pensamentos e sentimentos mais íntimos.

“Tentei esconder-me do Seu olhar, sentindo-me incapaz de suportar os Seus olhos penetrantes, mas Ele aproximou-Se com um sorriso e, colocando a mão sobre a minha cabeça, disse: ‘Não temas.’ O som da Sua doce voz encheu o meu coração de uma felicidade que nunca antes tinha experimentado. Estava demasiado feliz para dizer qualquer palavra e, dominada por uma alegria indescritível, caí aos Seus pés. Enquanto ali estava, cenas de beleza e glória passaram diante de mim, e parecia-me ter alcançado a segurança e a paz do céu. Por fim, as minhas forças voltaram, e levantei-me. Os olhos amorosos de Jesus ainda estavam sobre mim, e o Seu sorriso enchia a minha alma de alegria. A Sua presença enchia-me de reverência santa e de um amor inexprimível. [...]

“Este sonho deu-me esperança [...] e fé [...]. E a beleza e simplicidade de confiar em Deus começaram a iluminar a minha alma antes obscurecida.” — Ellen G. White, Primeiros Escritos, p. 93, 94.

9. Que esperança você pode tomar para si, agora mesmo, a partir de Romanos 8:18, 28?

Sexta, 12 de Junho

É quando enfrentamos os desafios da vida que mais precisamos apegar-nos a Deus. Os temas que explorámos ao longo deste trimestre contribuem todos para manter ou renovar uma caminhada forte com Deus.

Quando enfrentas um revés — como problemas de saúde, dificuldades financeiras, crises no casamento, a perda de alguém próximo ou qualquer outro fardo que rouba a tua alegria — considera as seguintes perguntas e reflete sobre as lições estudadas até agora.

Questões para discussão:

1. De que modo a tribulação que você está enfrentando – ou já enfrentou – afetou sua visão de Deus? Como enxergar com mais clareza o verdadeiro caráter de Deus?

2. Quando foi a última vez que você orou para que a voz de Deus fosse mais forte em sua vida do que a voz do inimigo? Lembre-se: o ladrão (que, em última análise, é Satanás) vem para roubar, matar e destruir, mas Deus nos dá vida em abundância (João 10:10).

3. Seu coração é humilde? Você confia que Deus realmente é soberano e conduz sua vida, apesar das lutas? Se não, como cultivar uma fé humilde, que confia na bondade e no amor de Deus por você?

4. Você tem se firmado diariamente na Palavra? Peça a Deus que reacenda o primeiro amor enquanto atravessa tempos difíceis.

5. Quando foi a última vez que você buscou a Deus em oração como seu Consolador e Conselheiro, confiando que Ele cumpriu a promessa a promessa de jamais deixa-lo nem abandoná-lo (Hebreus 13:5)?

6. Se sua fé está fraca, ore: “Eu creio! Ajude-me na minha falta de fé” (Marcos 9:24). Cerque-se de pessoas que o encorajam, não daquelas que o desanimem.

Informativo mundial da Missão

Zeth Louis Lekatompessy elaborou um plano para levar os seus sete irmãos e as suas famílias a Cristo no mesmo ano em que foi batizado, na Indonésia.

O plano era o seguinte: Zeth pediu à sua esposa, com quem se tinha casado pouco antes do seu batismo, que se juntasse a ele em oração diária pelos seus familiares. Ele e a esposa também visitavam os parentes e estudavam a Bíblia com eles. Depois, convidavam-nos para reuniões evangelísticas numa igreja Adventista do Sétimo Dia na ilha de Ambon, onde viviam. No final das reuniões, 13 pessoas foram batizadas, incluindo a sua irmã mais velha e outros dois familiares. Mais tarde, outros cinco irmãos também foram batizados. Zeth ficou radiante! Decidiu que levar pessoas a Cristo era a missão mais importante da sua vida.

Durante os dois anos seguintes, trabalhou como evangelista de literatura, viajando entre ilhas para vender livros. A pandemia da COVID-19 interrompeu esse trabalho.

Ao refletir sobre o futuro, sentiu-se impressionado a servir como obreiro bíblico voluntário. A sua esposa concordou, e ele retomou o plano que tinha feito para a salvação dos seus irmãos. Ele e a esposa fizeram uma lista de todas as pessoas que conheciam e oravam por elas diariamente. Com os seus dois filhos pequenos, utilizavam a motorizada para visitar as pessoas da lista.

Ao chegarem a uma nova casa, Zeth apresentava-se com a família e dizia:

— Somos Adventistas do Sétimo Dia.

Os moradores perguntavam com curiosidade:

— O que é um Adventista?

— Um Adventista é alguém que guarda o Sábado — respondia Zeth.

A pergunta seguinte era quase inevitável:

— O que é o Sábado?

Zeth sugeria que procurassem a resposta online.

Quando descobriam que o Sábado era o verdadeiro dia de adoração, ficavam surpreendidos e perguntavam:

— É verdade que o Sábado é o dia correto de culto?

Então Zeth abria a sua Bíblia e oferecia estudos bíblicos.

Ao longo de três anos, a lista de oração cresceu para 50 nomes. Zeth e a sua família normalmente visitavam três famílias por dia. Quatro pessoas dessa lista foram batizadas antes de Zeth partir para estudar teologia na Universidade de Klabat. Outras três foram batizadas enquanto ele estudava, e outras continuaram os estudos bíblicos na sua ausência.

— Catorze por cento da minha lista já foi batizada — disse ele.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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