Por toda a eternidade

Sábado, 20 de Junho

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Amados, agora somos filhos de Deus, mas ainda não se manifestou o que havíamos de ser. Sabemos que, quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque havemos de vê-Lo como Ele é “(1João 3:2).

Leituras da semana:
Salmo 80:1-19; 1Tessalonicenses 4:17; Apocalipse 21:9-27; Apocalipse 7:17; Apocalipse 21:4; Isaías 25:8; João 6:44
O que o futuro reserva para ti? O que está por vir? Pode parecer ao mesmo tempo assustador, empolgante, incerto e maravilhoso.

Sabe que Jesus é fiel e que as Suas palavras são verdadeiras (Apocalipse 3:14). Ainda haverá tempos difíceis pela frente (Mateus 24:21, 22), mas Ele prometeu que nunca te deixará nem te abandonará (Hebreus 13:5). Ele fará exatamente aquilo que disse que faria — sempre fez e sempre fará (Hebreus 10:23). E “aquele que perseverar até ao fim será salvo” (Mateus 24:13).

Independentemente do número de dias que ainda nos restam nesta terra, devemos fixar os nossos olhos em Jesus, olhando firmemente para Ele. Isso nem sempre é fácil num mundo que disputa constantemente a nossa atenção, mas que possamos, como David, dizer: “Os meus olhos estão continuamente no Senhor, pois Ele tirará os meus pés da rede” (Salmos 25:15).

Nesta semana, vamos aprender sobre a recompensa do céu (Mateus 5:12; Apocalipse 22:12), como será o céu e, acima de tudo, quão maravilhoso será estar finalmente com Aquele que nos criou, nos amou até à morte, nos redimiu do pecado e está prestes a voltar. Precisamos apenas de permanecer firmes na fé até lá.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 27 de Junho.

Domingo, 21 de Junho

Quando olhamos à nossa volta, vemos o mundo a gemer e a sofrer, e os sinais que Jesus nos indicou estão a cumprir-se diante dos nossos olhos. Guerras e rumores de guerras, nações a levantar-se contra outras nações, fomes, pestes, terramotos e perseguições (Mateus 24:6–11) acontecem por toda a parte e parecem intensificar-se com o passar do tempo. Sim, vivemos em tempos sérios — tempos em que precisamos de um relacionamento constante com Deus.

É-nos dito: “Mas o fim de todas as coisas está próximo; portanto, sede sóbrios e vigilantes nas orações” (1Pedro 4:7). Sendo assim, agora mais do que nunca é o momento de fortalecer e aprofundar o teu relacionamento pessoal com Deus. E, independentemente de quanto tempo ainda reste, as nossas vidas são sempre curtas, por mais que vivamos. “Atendei agora, vós que dizeis: ‘Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, passaremos ali um ano, negociaremos e teremos lucro’; vós não sabeis o que acontecerá amanhã. Que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece” (Tiago 4:13, 14).

Sabemos como esse aviso é verdadeiro. Alguns de vós que estão a ler estas palavras neste momento podem não estar vivos ao final do dia. Esta é parte da dura realidade de viver num mundo caído. Quão essencial é, então, assegurar o nosso relacionamento com Deus e viver sempre conscientes da nossa necessidade Dele e da Sua graça salvadora!

1. Leia o Salmo 80 e, em especial, reflita sobre os versículos 1-3 e 14-19, substituindo o pronome “eu” por “nós”. Como esse salmo expressa sua própria experiência espiritual?

Todos nós precisamos de reavivamento na nossa vida. É tão fácil tornarmo-nos complacentes ou até esquecermos aquilo que Deus já fez e continua a fazer por nós. Que crente fiel, mesmo em luta, não poderia orar algo como: “Faze resplandecer o Teu rosto, e seremos salvos!” (Salmos 80:19?

Quando aceitas aquilo que Jesus fez por ti, quando sabes que os teus pecados foram perdoados e que estás coberto pela Sua perfeita justiça — imputada a ti pela fé — podes ter a certeza de que estás salvo Nele.

2. O que significa para você experimentar o rosto de Deus resplandecer sobre sua vida, sabendo que só a justiça de Cristo tem poder para nos salvar?

Segunda, 22 de Junho

Fomos criados para estarmos próximos de Deus (Génesis 2:7). Desde que criou a humanidade, Deus tem feito tudo para restaurar o nosso relacionamento quebrado com Ele (João 3:16). Ele colocou a eternidade nos nossos corações, mas o ser humano não consegue compreender plenamente o que Deus fez desde o princípio até ao fim (Eclesiastes 3:11). Fazemos parte do grande conflito que se desenrola ao nosso redor — e até dentro de nós —, mas muitas vezes não paramos para refletir sobre o alto preço que foi pago para restaurar o relacionamento que Deus deseja ter connosco. Com frequência, ficamos envolvidos nas nossas lutas e dificuldades terrenas, esquecendo que “a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido para ser semelhante ao Seu corpo glorioso” (Filipenses 3:20, 21).

À medida que o mundo se aproxima do fim, sabemos que um dia uma pequena nuvem negra aparecerá no céu oriental. À medida que se aproximar, veremos que sobre essa nuvem está “um semelhante ao Filho do Homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada” (Apocalipse 14:14). Jesus virá acompanhado por milhares e milhares de anjos (Mateus 25:31), e todos os olhos O verão (Apocalipse 1:7). Quando Ele descer, ouviremos o Seu brado, a voz de arcanjo e a trombeta de Deus, e os sepulcros daqueles que dormiram em Cristo se abrirão, ressuscitando primeiro (1 Tessalonicenses 4:16). Eles reconhecerão a voz d’Aquele que os chama (João 5:28).

3. O que acontecerá quando Jesus voltar? Leia 1Tessalonicenses 4:17. O que Paulo escreveu em Filipenses 2:10, 11 repercutirá por todo o Universo.

Que pensamento absolutamente incrível e magnífico! Um dia veremos Jesus — realmente, verdadeiramente O veremos. Ouviremos a Sua voz e confessaremos que Ele é Senhor. Aquele sobre quem lemos, a quem orámos, de quem falámos aos outros; Aquele por quem o nosso coração tanto ansiou… nós iremos realmente vê-Lo face a face. Podemos ter plena certeza disso, pois Deus é fiel e as Suas promessas são verdadeiras (Apocalipse 22:6).

saberemos que tudo valeu a pena. Cada oração perseverante, cada momento em que priorizámos tempo com Ele, cada vez que falámos ousadamente por Ele, cada prova — tudo culminará em ver o Seu rosto (Apocalipse 22:4).

Terça, 23 de Junho

Exilado em Patmos, o apóstolo João recebeu visão de nossa reunião eterna com Deus.

4. Leia Apocalipse 21:9-11. Que comparação foi relatada por João? Por que você acha que ele a usou?

A noiva é bela e, no dia do seu casamento, todos querem vê-la. O dia do casamento é um ponto de viragem para uma nova vida do casal, e o mesmo acontecerá com o nosso relacionamento com Deus no Seu regresso.

Jesus tem preparado um lugar para nós (João 14:1–3), um lugar tão maravilhoso que é impossível de descrever plenamente. De facto, “a linguagem humana é inadequada para descrever a recompensa dos justos. Ela será conhecida apenas por aqueles que a contemplarem. Nenhuma mente finita pode compreender a glória do Paraíso de Deus.” —Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 558.

Embora não consigamos compreender totalmente como será o novo céu e a nova terra, Deus mostrou a João uma visão desse lugar, para que aguardemos com expectativa o “casamento” que em breve acontecerá. De facto, somos convidados a “pensar nas coisas lá do alto, não nas que são da terra” (Colossenses 3:2).

Deus está cuidadosamente a preparar este evento e não quer que este “casamento” nos apanhe de surpresa (ver Mateus 22:1–14; Mateus 25:1–13).

O universo será a congregação que assistirá a este acontecimento, e nós somos algumas das figuras centrais desta história. Unir-nos-emos à “noiva”, esta cidade para onde Jesus nos levará na Sua segunda vinda. Curiosamente, o povo de Deus (os santos) também é chamado de noiva (ver Apocalipse 19:7), talvez porque está ligado à “santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, adornada como uma noiva para o seu esposo” (Apocalipse 21:2).

Esta bela descrição da Cidade Santa mostra que existe uma ligação íntima entre o povo de Deus e a cidade, pois ambos são chamados de “noiva”. A Bíblia revela uma descrição detalhada da “Santa Cidade, a Nova Jerusalém, que é a capital e representante do reino, [e] é chamada ‘a esposa, a mulher do Cordeiro.’” —Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 360.

5. Por que é difícil imaginar Apocalipse 21:9-27? Como entender o que Deus promete ali?

Quarta, 24 de Junho

Alguma vez te perguntaram o que mais esperas na eternidade? Uma criança pode dizer: “Andar num tigre”, “Escorregar pelo pescoço de uma girafa” ou “Voar para diferentes planetas”. Se perguntares a um adolescente, pode responder: “Não ter mais de estudar” ou “Explorar o céu com os meus amigos sem me magoar”. E se perguntares a um grupo de adultos, podem dizer: “Estar num lugar onde não há mais dor, sofrimento ou morte” ou “Reencontrar os entes queridos”.

Todas estas respostas são boas e verdadeiras, e há tanto por que ansiar no novo céu e na nova terra. A eternidade arde dentro dos nossos corações e, de forma natural, sabemos que deve haver algo mais na vida do que apenas o aqui e agora.

6. Leia Isaías 25:8; Apocalipse 7:17; Apocalipse 21:4. Que outras bençãos receberemos na eternidade?

Certamente, a maior bênção do céu será finalmente ver Jesus e agradecer-Lhe, pessoalmente, por tudo o que fez por nós nesta terra caída. Queremos render-Lhe toda a nossa adoração e louvor por nos ter salvado, através do Seu próprio sofrimento na cruz, da morte eterna.

“‘Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riquezas, sabedoria, força, honra, glória e louvor!’” (Apocalipse 5:12).

João Batista apresentou Jesus como “o Cordeiro de Deus” (João 1:36). Dois dos discípulos de João ouviram essa declaração e seguiram Jesus (João 1:37), e Apocalipse 14:4 diz-nos que devemos fazer o mesmo: “Estes são os que seguem o Cordeiro por onde quer que vá” (Apocalipse 14:4). No entanto, se queremos segui-Lo no céu, precisamos primeiro de segui-Lo aqui na terra.

Jesus, o Cordeiro, é também o nosso Pastor, guiando os nossos caminhos como ninguém mais pode. Isto é profundamente reconfortante enquanto enfrentamos os momentos difíceis desta vida, mas Jesus nunca deixará de nos guiar, nem mesmo no céu. Apocalipse 7:17 afirma: “‘Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida’” (Apocalipse 7:17). Como Seu povo, Suas ovelhas, seguiremos Jesus no céu, desejando para sempre estar na Sua presença. Uma característica marcante do povo de Deus é que “o Seu nome estará nas suas testas” (Apocalipse 22:4), ou seja, viveremos sempre a pensar Nele.

Quinta, 25 de Junho

Hoje Deus nos faz novamente o convite: “Venha!”

7. Leia Mateus 11:28-30; Isaías 55:1-3; João 6:44. Leia os textos e perceba o chamado de Jesus para que você vá a Ele.

O Espírito Santo quer atrair-te a Jesus hoje. Jesus convida-te a ir até Ele, a permanecer Nele hoje e todos os dias, até que Ele venha. Quando respondes e vais até Ele, quando o teu coração está sensível e a tua mente rendida, sentirás paz, porque sabes que Ele te levantará no último dia desta terra, independentemente de quão indigno possas sentir-te. Jesus disse: “O que vem a Mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37).

Devemos sentir a urgência de cooperar com o Espírito Santo para chamar outros a entrarem num relacionamento salvador com Jesus. “E o Espírito e a noiva dizem: ‘Vem!’ E quem ouve diga: ‘Vem!’ E quem tem sede venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” (Apocalipse 22:17).

O convite é gratuito, oferecido como um dom da graça. Quando O aceitamos na nossa vida e O amamos de todo o coração, mente, alma e força (Deuteronômio 6:5), a nossa vida — aqui e no futuro — é transformada para sempre.

Assim como Jesus nos convida a ir até Ele, as últimas palavras da Bíblia trazem esta promessa: “‘Certamente venho sem demora.’ Amém. Vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22:20).

Quão depressa? Do nosso ponto de vista, assim que fecharmos os olhos na morte, a próxima coisa de que teremos consciência será o regresso de Cristo. Considerando quão rapidamente a vida passa, é assim que Jesus virá para nós. Talvez o nosso primeiro pensamento na ressurreição seja: Uau, Senhor, afinal a Tua vinda foi mesmo rápida!

Agora vemos apenas de forma imperfeita, como num espelho. Mas então veremos Jesus face a face. Não te canses de esperar. Mantém este desejo vivo diante de ti, com fé e confiança no amor e na bondade de Deus. Senhor Jesus, vem depressa!

Ore agora mesmo, pedindo uma fé que persevera – fé que o leva a entregar-se completamente Àquele que morreu por você e que em breve virá busca-lo

Sexta, 26 de Junho

“Se não recebermos a religião de Cristo alimentando-nos da Palavra de Deus, não teremos direito de entrar na cidade de Deus. Tendo vivido de alimento terreno, tendo educado os nossos gostos para amar as coisas do mundo, não estaríamos preparados para as cortes celestiais; não poderíamos apreciar a pura corrente celestial que circula no céu. As vozes dos anjos e a música das suas harpas não nos satisfariam. A ciência do céu seria como um enigma para as nossas mentes. Precisamos ter fome e sede da justiça de Cristo; precisamos ser moldados e transformados pela influência da Sua graça, para que sejamos preparados para a companhia dos anjos celestiais. . ..

“Então as nações não reconhecerão outra lei senão a lei do céu. Todos serão uma família feliz e unida, vestidos com as vestes de louvor e ação de graças. . .. Sobre esse cenário, as estrelas da manhã cantarão juntas, e os filhos de Deus exultarão de alegria, enquanto Deus e Cristo proclamarão: ‘Não haverá mais pecado, nem haverá mais morte.’

“Devemos criar o hábito de falar do céu, do belo céu. Falar dessa vida que continuará enquanto Deus viver, e então esquecerás as tuas pequenas provações e dificuldades. Que a mente seja atraída para Deus.” —Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo, 25 de Dezembro.

Questões para discussão:

1. Leia, em Primeiros Escritos, páginas 32-37, a primeira visão do Céu que Ellen White teve. O que mais lhe chama a atenção nesse texto?

2. Qual verdade que estudamos durante este trimestre você mais deseja guardar para desenvolver seu relacionamento com Deus até o dia em que veremos Jesus face a face?

3. Você conhece alguém que precisa ouvir sobre a esperança do Céu? Assume o compromisso de falar com essa pessoa o quanto antes. E lembre-se: você não pode oferecer a alguém uma esperança que ainda não tenha experimentado pessoalmente.

Informativo mundial da Missão

Amelia não conseguia imaginar um futuro pelo qual valesse a pena viver. Tinha lutado durante anos com problemas de saúde mental e carregava uma dor profunda causada pelas palavras e ações duras de outras pessoas. Um dia, chegou a considerar pôr fim à própria vida.

Então lembrou-se de uma conversa com um amigo. Ele tinha-a encorajado a orar pelas pessoas que a tinham magoado. Amelia estava desesperada por mudança, por isso decidiu tentar. “Lembrei-me de Salmo 37:5, que diz: ‘Entrega o teu caminho ao Senhor; confia n’Ele, e Ele tudo fará’”, disse Amelia. “Eu estava a chorar e agarrei-me a essa promessa. Disse a Deus que queria servi-Lo e tornar-me tudo aquilo que Ele desejava que eu fosse. ‘Eu trabalharei para Ti, Senhor’, prometi, ‘se me ajudares a sair deste problema.’”

A oração de Amelia abriu portas para que Deus transformasse a sua vida. Livre do ressentimento que a mantinha focada em si mesma, passou a desejar partilhar o amor de Deus com os outros. Um dia, o seu amigo falou-lhe de uma oportunidade de servir como pioneira da Missão Global, ensinando numa escola Adventista nas montanhas. A viagem parecia assustadora, mas ela estava determinada a ir.

Os dias de Amelia na escola eram longos e exigentes. Depois de ensinar, visitava os alunos e as suas famílias e dirigia cultos — não apenas para os membros Adventistas, mas também para os animistas, que constituíam a maior parte da comunidade.

Nem todos apoiavam a missão de Amelia. O líder da aldeia exigiu que os moradores se afastassem dela. Começou a comparecer às suas reuniões evangelísticas para as perturbar. Amelia tinha ouvido dizer que o homem praticava feitiçaria e amaldiçoava aqueles que o contrariavam, por isso fez da sua oposição um motivo constante de oração.

Certa noite, realizou uma reunião de pais e professores para discutir o desempenho dos alunos e apresentar os seus planos para a escola. Mal tinha começado, quando o líder causou um tumulto. Amelia tentou ignorá-lo, mas os seus gritos abafavam a sua voz.

Amelia correu até à igreja e ajoelhou-se junto ao altar. “Por favor, Deus, ajuda-me”, suplicou. “Por favor, dá-me força e guia a nossa reunião.” Sentindo a presença de Deus, voltou ao encontro com uma nova coragem.

A hostilidade do líder não diminuiu, mas Amelia manteve a calma e respondeu às suas perguntas com respeito. Ele exigiu que os pais ficassem do seu lado, mas eles permaneceram firmes no apoio a Amelia.

No final, a reunião terminou sem uma conclusão clara. Amelia não sabia o que o futuro lhe reservava, mas estava determinada a permanecer fiel à sua promessa, confiando em Deus para a guiar em cada desafio.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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