A oração na prática

Sábado, 9 de Maio

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Confie Nele em todo o tempo, ó povo; derrame diante Dele o seu coração. Deus é o nosso refúgio “(Salmos 62:8).

Leituras da semana:
2 Crônicas 21
Como é a sua vida de oração? Com que frequência você ora? Com que fervor? Com que expectativa? Você ora diariamente ou apenas em situações de emergência? As suas orações são sempre pedidos, ou você também louva a Deus nelas?

Além disso, você costuma fazer uma oração pela manhã antes de comer e talvez durante o seu dia agitado? Talvez você já tenha participado de um grupo regular de oração ou até mesmo experimentado o que é orar continuamente, ao longo de todo o dia. Você já experimentou o poder e a presença de Deus por meio da oração, de uma forma que transforma tudo em sua vida?

A oração é a conexão constante entre nós (os ramos) e Jesus (a Videira). “Se quisermos crescer e florescer, devemos continuamente extrair seiva e alimento da Videira Viva; pois, separados da Videira, não temos força alguma.” — Ellen G. White, Primeiros Escritos, p. 87.

Esta é a bênção da oração constante. Deus nos ouve, e Ele sempre responde no Seu tempo e da Sua maneira perfeita — embora nem sempre da forma que esperamos.

Nesta semana, vamos estudar outras pessoas que oraram na Bíblia e considerar maneiras práticas de fortalecer a oração em nossa vida diária.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 16 de Maio.

Domingo, 10 de Maio

O fiel Elias viveu em tempos maus, com o rei Acabe fazendo ainda mais “para provocar à ira o Senhor Deus de Israel do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (1 Reis 16:33). De longe, os momentos mais dramáticos da vida de Elias ocorreram com o confronto no Monte Carmelo (1 Reis 18). No clímax dessa incrível história, Acabe e o seu reino viram com os próprios olhos a verdade de que Deus responde à oração.

Esse foi um momento inesquecível na história de Israel, e é por isso que a mudança repentina de acontecimentos nessa história nos surpreende.

Leia 1 Reis 19:1-18, observando especialmente as orações de Elias e a maneira como Deus interagiu com ele. O que provocou o desânimo de Elias? Em que a resposta de Deus foi diferente do que aconteceu no monte Carmelo?

Ao longo de um único dia, embora Deus tenha respondido a cada uma das orações de Elias, o estado emocional, mental e físico do profeta logo mudou. Embora Elias tivesse experimentado uma grande vitória com Deus naquele dia, ele, em um momento de cansaço, permitiu que o medo da morte superasse a sua fé em Deus.

O que é tão impressionante nessa história é que, embora Elias tenha cedido ao desânimo e à tristeza, Deus veio até ele com ternura e cuidado, providenciando novamente alimento e água (1 Reis 19:5, 6) — tanto que ele permaneceu por 40 dias e 40 noites (1 Reis 19:8). E quando Deus finalmente Se revelou, foi de uma maneira muito diferente daquela de antes.

Às vezes, em nossa vida, Deus responde de maneiras muito diretas, poderosas e inegáveis. Isso fortalece a nossa fé, e sentimos a proximidade de Deus em nossa vida.

Outras vezes, vacilamos e cedemos à tentação, pensando que é difícil demais seguir a Deus com uma fé firme. Procuramos as respostas de Deus da maneira como esperamos que Ele responda, sem perceber que os Seus pensamentos e os Seus caminhos são muito mais elevados e sábios do que os nossos (Isaías 55:8, 9). Assim como há muito na criação de Deus que não entendemos, não devemos nos surpreender que também haja muito nos caminhos de Deus que não compreendemos.

Deus, nosso Pai bondoso, sabe exatamente do que precisamos. Como podemos nos aquietar, confiar no Senhor e manter os olhos fixos Nele em todas as circunstâncias?

Segunda, 11 de Maio

Talvez você tenha orado por algo durante muito tempo, talvez até por anos, e pareça que Deus não ouviu as suas orações. A Bíblia nos diz: “Peçam, e lhes será dado” (Mateus 7:7), “se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade” (1 João 5:14). Qual é a sua compreensão dessas promessas?

Ana é um exemplo de uma mulher dedicada que orou por algo muito específico (1Samuel 1:10–17). A princípio, parecia que Deus não respondia às suas orações, mas ela perseverou, e Deus respondeu, no Seu tempo perfeito e de acordo com a Sua vontade. Às vezes, a espera aprofunda a nossa caminhada com Deus, à medida que aprendemos a confiar mais Nele.

O Salmos 62:8 diz: “Confiai Nele, ó povo, em todos os tempos; derramai perante Ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio”. Confiança. Será que confiamos que Ele realmente sabe o que é melhor, mesmo quando não vemos uma resposta imediata às nossas orações? Confiamos que, no tempo certo, Ele responderá da melhor maneira?

Às vezes, as nossas orações podem não ser respondidas tão rapidamente quanto desejamos ou da maneira que esperamos. Que conselhos a Bíblia nos dá sobre isso?

• Busque a vontade de Deus, não a sua própria (Mateus 6:10; 1João 5:14, 15).

• Considere as suas motivações (Provérbios 16:2; Tiago 4:3).

• Pergunte se há um pecado acariciado (Salmos 66:18; 1Pedro 3:12; Provérbios 15:29).

• Permaneça em Deus e na Sua Palavra (João 15:7).

• Tenha fé ao orar (Hebreus 11:6; Tiago 1:6; Marcos 11:24; Mateus 21:22).

• Considere o estado do seu coração (humilde ou orgulhoso) (Tiago 4:6; 1Pedro 5:6).

• Persevere (1 Tessalonicenses 5:17, 18).

• Perdoe os outros (Marcos 11:25, 26).

• Por fim, Deus vê o quadro completo e sabe o que é melhor para nós (Romanos 8:28; Efésios 3:20; Jeremias 29:11–13). Às vezes, a resposta Dele é simplesmente como foi para Paulo: “‘A Minha graça te basta’” (2Coríntios 12:9).

Um facto importante que determina a nossa resposta ao que parecem ser orações não respondidas é a nossa visão de Deus. Se vemos Deus como distante e desinteressado, o nosso relacionamento com Ele enfraquece. Em momentos assim, busque na Bíblia evidências do Seu amor e cuidado por você e ore para que a sua visão distorcida Dele se torne mais clara.

Terça, 12 de Maio

No tempo de Jesus, orações longas e cuidadosamente elaboradas, como uma apresentação — usando palavras complexas e muitas vezes memorizadas — eram altamente valorizadas. Jesus não tinha nada de bom a dizer sobre esse tipo de oração (Mateus 6:5–8). Ele revelou que elas eram o que realmente eram: demonstrações ostensivas de “piedade”.

Os discípulos viram Jesus orar, e sabiam que a oração era uma parte vital da Sua vida (Lucas 5:16, Lucas 6:12, Lucas 9:18, Lucas 22:41, Lucas 24:30, Marcos 1:35, Marcos 6:46). Ao observarem Jesus, perceberam um contraste com os líderes religiosos e compreenderam que havia muito mais na oração do que jamais haviam considerado. Então, os discípulos foram até Jesus e pediram: “‘Senhor, ensina-nos a orar’” (Lucas 11:1).

Jesus mostrou aos Seus discípulos (e a nós) que podemos orar de forma simples, usando a linguagem do dia a dia. Ele nos ensinou que nossas orações devem ser sinceras e vir do coração.

Leia Lucas 11:2–4 e Mateus 6:5–15 e observe os seguintes aspectos da oração que Jesus ensinou:

• Pai nosso que estás nos céus: reconhecendo o seu relacionamento pessoal com o Pai de todos.

• Santificado seja o Teu nome: reconhecer a santidade de Deus nos leva à reverência e ao respeito.

• Venha o Teu reino: desejar o retorno de Deus e a habitação do Espírito Santo até que isso aconteça.

• Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu: render-se e orar para que a vontade de Deus seja feita em nossa vida, confiando que Ele sabe o que é melhor, em vez de apenas pedir o que queremos.

• O pão nosso de cada dia nos dá hoje: pedir o que precisamos para viver, tanto fisicamente (alimento e água) quanto espiritualmente (Jesus e Sua Palavra viva).

• Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofendem: arrepender-se, buscar perdão e lembrar-se de perdoar aqueles que nos feriram, assim como Deus nos perdoa livremente.

• E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal: pedir proteção e abrigo contra o mal neste mundo (Salmos 91).

• Pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém: reconhecer que tudo o que somos, tudo o que temos e tudo o que fazemos pertence a Deus. Somente Ele é digno de toda glória e louvor (1 Crônicas 29:11).

Por que não orar mais e buscar a Deus a cada manhã falando com Aquele que o ama mais do que qualquer outro? O que está impedindo você de fazer o que sabe que deve fazer? Ore agora, como Jesus nos convida.

Quarta, 13 de Maio

Da mesma forma que Jesus nos ensinou a orar em Mateus 6:5–15, podemos seguir esse modelo simples quando nos aproximamos de Deus em particular, com nossas famílias ou como igreja, lembrando que a oração é falar com Deus como um amigo. Com muita frequência, nossas orações estão cheias de pedidos, quando Jesus nos ensinou a orar por muito mais do que isso!

Leia a oração de Daniel em Daniel 9:4-19 e identifique as diferentes partes dessa oração.

Considere como você pode incluir os seguintes elementos em suas orações:

Louvor: O louvor é a adoração expressa por quem Deus é e como Ele é. Leia o Salmos 100, o belo cântico de louvor a Deus. Considere os muitos nomes de Deus e o Seu caráter magnífico. Louve-O por ser o seu Redentor, Salvador, Consolador, Curador, Bom Pastor, Alfa e Ômega, e Rocha, para mencionar apenas alguns.

Confissão e Perdão: Quando nos encontramos falando com Deus e permanecendo Nele, não conseguimos deixar de abandonar aquilo que pode estar nos impedindo ou nos separando Dele. Quanto mais próximos estamos Dele, mais percebemos a nossa indignidade e miséria. Isso nos leva a suplicar que Ele remova os nossos pecados e molde o nosso caráter à Sua semelhança. Se esperamos que Deus nos perdoe, também precisamos estar dispostos a perdoar os outros. “Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tiago 5:16).

Pedidos: Que desafios você está enfrentando, talvez com sua família, amigos, saúde, finanças, trabalho ou estudos? Onde, especificamente, você precisa da mão orientadora de Deus? Quem precisa do seu apoio, e como você pode oferecê-lo da melhor forma? Ore de maneira específica por essas áreas e pessoas, pedindo que a vontade de Deus seja feita.

Ação de Graças: Leia Filipenses 4:6 e pense nas bênçãos em sua vida. Coisas significativas podem vir à mente, mas e quanto às pequenas coisas que muitas vezes consideramos garantidas? Somos constantemente recipientes das misericórdias de Deus; ainda assim, quão pouca gratidão expressamos, quão pouco O louvamos por tudo o que Ele tem feito por nós.

Por quais bênçãos você precisa louvar a Deus? O que precisa confessar-Lhe? O que deseja pedir-Lhe? Pelo que gostaria de agradecer-Lhe? Por que não fazer isso agora?

Quinta, 14 de Maio

or que orar se Deus já sabe? Por que devemos orar se Deus é onisciente? Ellen G. White explica assim: “Não é que seja necessário para dar a conhecer a Deus o que somos, mas para nos habilitar a recebê-Lo. A oração não faz Deus descer até nós, mas eleva-nos até Ele.” — Caminho a Cristo, p. 59. De fato, Deus conhece os nossos desejos e as nossas necessidades, e Ele lê cada intenção do nosso coração. Ainda assim, orar é bom para nós. Isso nos convida a parar no meio da correria da vida, a fazer uma pausa e reconhecer que Deus é soberano sobre tudo, e a nos colocarmos aos Seus pés. Caminhos também podem ser abertos para que Deus aja quando O convidamos a fazê-lo. O Espírito Santo intercede por nós quando não sabemos como devemos orar (Romanos 8:26, 27).

Por que orar quando tudo está bem? A autossuficiência e o orgulho (ver Lição 3) podem ser algumas das maiores barreiras para uma vida de oração forte. Se apenas percebêssemos o quanto precisamos de Deus, nos aproximaríamos muito mais d’Ele! Se até os anjos perfeitos O adoram e O louvam, por que nós, como humanos pecadores, pensaríamos que precisamos menos? O que dizem Mateus 5:6 e o Isaías 44:3 sobre essa verdade?

Qual é o papel da fé na oração? Leia Hebreus 11:6 e reflita sobre estas palavras: “A oração e a fé estão intimamente ligadas, e precisam ser estudadas juntas. Na oração da fé há uma ciência divina; é uma ciência que todo aquele que deseja fazer de sua vida um sucesso precisa compreender. Cristo diz: ‘Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis.’ Marcos 11:24. Ele deixa claro que o nosso pedido deve estar de acordo com a vontade de Deus; devemos pedir as coisas que Ele prometeu, e tudo o que recebermos deve ser usado para cumprir a Sua vontade. Cumpridas as condições, a promessa é inequívoca. [...] Não precisamos buscar nenhuma evidência externa da bênção.” — Ellen G. White, Educação, p. 183, 184.

Com quem devo orar? Devemos orar, acima de tudo, em particular (somente você e Deus), pois a oração e o estudo da Bíblia são a essência do seu relacionamento com Deus. Reserve um tempo para examinar o seu coração enquanto fala e ouve a Deus (Mateus 6:6). Também devemos orar com nossas famílias ou em pequenos grupos (Apóstolos 12:12), pois onde dois ou três estiverem reunidos, Deus está presente (Mateus 18:20). Por fim, devemos orar com a comunidade da igreja (Tiago 5:13–16). Todos esses três tipos de oração são importantes.

Como devo ouvir? A oração é mais do que apenas falar com Deus; também precisamos permitir que Ele nos “pode” e fale à nossa vida. A maneira mais clara e segura de fazer isso é ler a Bíblia e combinar a oração com o estudo bíblico em seu momento devocional. Tenha cuidado para não esvaziar a mente ou ouvir apenas os seus próprios pensamentos, em vez de buscar a Palavra de Deus.

Entre os pontos acima, qual é o mais desafiador para você?

Sexta, 15 de Maio

“Se pensássemos e falássemos mais de Jesus, e menos de nós mesmos, teríamos muito mais da Sua presença.” — Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 65.

“Se dermos ouvidos às nossas dúvidas e temores, ou tentarmos resolver tudo o que não conseguimos ver claramente antes de termos fé, as perplexidades apenas aumentarão e se aprofundarão. Mas, se formos a Deus, sentindo-nos desamparados e dependentes, como realmente somos, e com fé humilde e confiante apresentarmos as nossas necessidades Àquele cujo conhecimento é infinito, que vê tudo na criação e governa tudo pela Sua vontade e palavra, Ele pode e atenderá ao nosso clamor e fará a luz brilhar em nosso coração.” — Caminho a Cristo, p. 61.

“A alma pode aproximar-se mais do céu nas asas do louvor. Deus é adorado com cânticos e música nas cortes celestiais, e ao expressarmos a nossa gratidão estamos nos aproximando do culto dos seres celestiais. [...] Apresentemo-nos, pois, diante do nosso Criador com reverente alegria, com ‘ações de graças e voz de melodia.’ Isaías 51:3.” — Caminho a Cristo, p. 66.

Questões para discussão:

 Que ideia presente nas citações acima mais inspira você? E qual delas mais o desafia?

 Que outras lições podemos aprender com a vida de oração de pessoas mencionadas na Bíblia? (Esdras 10:1; 2 Reis 13:4; 2 Reis 19:14-19; Jonas 4:2, 3; Habacuque 3:1; Jeremias 32:16-25; Neemias 1:4-11; 1 Reis 8:22-54)

 Qual é o papel do jejum em conjunto com a oração?

 Há algo que você gostaria de mudar ou colocar me prática em sua vida de oração como resultado do estudo desta semana? Por que não começar agora?

Informativo mundial da Missão

Rompas, um rapaz Maasai de 16 anos no Quénia, decidiu ir à escola depois de ser batizado. Mais do que tudo, ele queria ler a Bíblia por si mesmo.

Ele enfrentou oposição do seu pai e de muitos dos seus 82 irmãos, que não viam necessidade de um rapaz Maasai obter educação. Mas Rompas tornou-se a primeira pessoa da sua família a concluir o ensino primário e depois o ensino secundário. Após isso, decidiu estudar teologia na Universidade de Bugema, uma universidade Adventista do Sétimo Dia em Uganda. Porém, ele precisava de dinheiro.

Numa noite, reuniu os seus irmãos e irmãs que, como ele, guardavam o Sábado, e pediu-lhes que orassem para que ele recebesse 7.000 xelins quenianos para poder viajar até Uganda e candidatar-se à Universidade de Bugema. Os irmãos oraram enquanto Rompas se ajoelhava no chão. Depois do último “amém”, alguém bateu à porta. Era um político chamado Alex, que tinha vindo visitar o pai de Rompas. Os políticos gostavam de visitar, porque a grande família de Rompas representava muitos votos em tempo de eleições. Esse político não era Adventista e fez uma pergunta incomum: “Esta grande família tem um pastor?”

Rompas foi apresentado a Alex como o rapaz apelidado de “Pastor” desde criança.

“Qual é a tua maior necessidade?”, perguntou Alex.

Preciso obter um diploma universitário na Universidade de Bugema, em Uganda.”

Alex tirou 15.000 xelins quenianos do bolso e entregou-os a Rompas. Era mais do que o dobro do valor que Rompas tinha pedido em oração.

Rompas viajou para Uganda e foi aceite no curso de teologia. Depois voltou para casa para aguardar o início das aulas. No mesmo dia em que chegou, Alex voltou para outra visita. Ao saber que Rompas tinha sido admitido, entregou-lhe um maço de dólares americanos. Rompas nunca tinha segurado dólares antes. Era o suficiente para pagar três anos de universidade.

Hoje, Rompas Josphat Lekishon é um pastor Adventista com um coração voltado para a missão. Por meio dos seus esforços, seis igrejas tornaram-se Adventistas do Sétimo Dia. Ele também abriu uma igreja num terreno do seu pai, que foi doado à Igreja Adventista. Trinta e três membros da sua família adoram ali todos os sábados. Ele gosta especialmente de partilhar a boa nova da vinda de Jesus com o povo Maasai. Já distribuiu mais de 500 Bíblias na língua Maasai.

“A coisa que mais amo é dar a Bíblia ao povo Maasai”, disse ele. “É dar esperança aos que não têm esperança.”

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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