Pecado, evangelho e lei

Sábado, 23 de Maio

VERSO PARA MEMORIZAR:
“Nunca me esquecerei dos Teus preceitos, pois é por meio deles que me tens dado vida. Sou Teu; salva-me, pois eu busco os Teus preceitos “(Salmos 119:93, 94).

Leituras da semana:
Juízes 14:1-20; Marcos 9:42-48; Romanos 3:20, 28; Mateus 5:17, 18; Mateus 7:24-29
Sem dúvida, o pecado é o maior obstáculo a um relacionamento íntimo com Deus. O pecado não apenas nos separa de Deus agora (Isaías 59:2), mas também nos engana, fere, consome e, por fim, nos destrói. A nossa luta contra o pecado e contra o eu é a maior batalha que alguma vez enfrentaremos, com implicações tremendas, até mesmo eternas.

Alguns tratam o pecado como apenas uma parte normal da vida. Afinal, é da natureza humana entregar-se ao prazer. Mas será que banalizamos o pecado porque a sociedade se tornou tão confortável com ele? Podemos andar em volta do assunto do pecado, com receio de ofender alguém se o chamarmos pelo que ele realmente é, mas, no final, quanto mais escolhemos viver confortavelmente com ele, mais nos afastamos de um relacionamento saudável com Deus.

Sim, toda pessoa pecou, e os nossos pensamentos, motivos, ações e palavras ferem os outros, a nós mesmos e a Deus. Em última análise, o pecado destrói o nosso relacionamento com Deus, mas Deus revelou-Se a nós através do conhecimento da Sua lei, a qual lança luz sobre o pecado na nossa vida.

Nesta semana, vamos explorar a razão pela qual Deus nos deu a Sua lei e, quando alguém transgride a lei de Deus e, consequentemente, peca, o que ou quem pode ajudar a restaurar o seu relacionamento com Deus.

Domingo, 24 de Maio

1. Leia Juízes 14:1-20; Juízes 16:1, 4, 16, 17. Sansão foi chamado por Deus para uma missão, mas cedeu a tentações ao longo do caminho. O que a vida dele nos ensina?

O grande conflito é real, e todos nós estamos envolvidos nele. A batalha cósmica que começou no céu está agora a desenrolar-se na vida de cada um de nós.

Satanás sabe que precisa usar tudo o que tem nos tempos em que estamos a viver, imediatamente antes da volta de Jesus, para nos impedir de termos um relacionamento íntimo com Deus. Talvez estejas distraído com algo que, em si, não é necessariamente errado, mas que consome tanto tempo e energia que quase nada resta para Deus. Pode ser o trabalho, as redes sociais, as compras, os desportos ou a comida. Quando fazemos uma análise sincera de nós mesmos, percebemos que o excesso e o desequilíbrio em qualquer dessas áreas podem deixar pouco tempo para Deus e para os outros. O inimigo conhece as nossas fraquezas e as coisas que nos distraem de passar tempo com Deus. Devemos lembrar-nos de buscar primeiro a Deus (Mateus 6:33) antes de nos lançarmos no dia e em tudo o que ele pode trazer.

Jesus compreende a nossa condição, mas repreende a nossa apatia (Apocalipse 3:14–22). Embora seja Deus, Ele também foi humano e sentiu cansaço, como nós (João 4:6). Ele conhecia as pressões da vida, como nós, mas frequentemente encontrava alívio ao retirar-se para orar ao Seu Pai (Lucas 5:16; Lucas 6:12; Marcos 1:35; Mateus 14:23). Ele sabia que passar tempo com o Pai era a melhor coisa que podia fazer para recuperar forças e enfrentar as tentações. Esse também é o melhor e mais seguro caminho para nós.

Sansão caiu porque pensou que era forte. Confiou na sua própria força para vencer as tentações. Todos os dias, cada um de nós enfrenta batalhas contra o pecado, enquanto o inimigo das almas tenta enfraquecer e destruir o nosso relacionamento com Deus. Ele conhece as nossas fraquezas e concentra-se nelas para enfraquecer a nossa ligação com Deus e trazer culpa e um sentimento de indignidade sobre nós, o que tende a afastar-nos de Deus. O diabo trabalha para influenciar o nosso pensamento, as nossas intenções e as nossas ações, a fim de ganhar domínio sobre alguma área da nossa vida. Mas lembra-te: a nossa fé ajuda-nos a permanecer firmes, e a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus.

2. O que você está enfrentando agora? Como a Palavra de Deus pode ajudar você hoje?

Segunda, 25 de Maio

Há muitas mensagens na Bíblia que falam sobre o nosso relacionamento com Deus e as barreiras que nos impedem de crescer em Cristo. Considera estas palavras de Paulo e de Jesus:

“Portanto, aquele que pensa estar em pé veja que não caia” (1 Coríntios 10:12). Tal como Sansão, a autoconfiança levar-te-á à queda.

“‘Não toques trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas... para serem glorificados pelos homens’” (Mateus 6:2). Deixa de dizer a todos o quão bom és! Sê humilde, como Jesus foi humilde.

“‘Eu, porém, vos digo que qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já cometeu adultério com ela. Se o teu olho direito te faz pecar, arranca-o e lança-o de ti’” (Mateus 5:28, 29). Faz tudo o que for necessário para remover a cobiça do teu coração, porque isso é uma barreira ao teu relacionamento com Deus.

“‘Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o juízo com que julgardes sereis julgados’” (Mateus 7:1, 2). Deixa de ser tão crítico e julgador em relação aos outros. Deus é o Juiz, portanto deixa que Ele o seja (1 Coríntios 4:5).

“‘Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem’” (Mateus 5:44). Deixa de odiar os teus inimigos. Quando alimentas sentimentos negativos em relação àqueles que te tratam mal, isso cria imediatamente uma barreira no teu relacionamento com Deus. Em vez disso, começa a orar pelos teus inimigos e vê como isso transforma não só a tua caminhada com Deus, mas também o teu relacionamento com os outros.

“‘Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se irar contra o seu irmão estará sujeito a julgamento’” (Mateus 5:22). Talvez tenhas estado a justificar por que gritas com as pessoas mais próximas de ti. Como é que a tua ira está a afetar o teu relacionamento com Deus, para não falar das pessoas com quem estás zangado? Estas são apenas algumas áreas que nos fazem tropeçar.

3. Leia Marcos 9:42-48. Jesus falou o que fazer quando mãos, pés ou olhos nos levam ao pecado. Qual foi o alerta Dele?

4. Cortar a mão, ou o pé, ou arrancar o olho, é uma linguagem forte – e essa é a intenção. Percebemos quão seriamente Jesus vê o pecado e seu impacto em nossa vida. E você. Tem levado isso a sério?

Terça, 26 de Maio

5. Leia Romanos 3:20; 1 João 3:4. Como você explicaria o que é pecado para alguém que não é cristão? Como a Bíblia define o pecado?

O pecado é a transgressão da lei de Deus (1João 3:4), e também está enraizado na nossa própria natureza (Salmos 51:5; Jeremias 17:9). Por isso, é a lei que revela claramente o que o pecado realmente é. A lei é como colocar um par de óculos para ver com clareza o que está à nossa volta, ou como usar um espelho para ver como realmente somos. Ela traz clareza e convicção à nossa vida e ao nosso caráter, ao mesmo tempo que nos mostra o caráter de Deus e aquilo que é importante para Ele.

Os Dez Mandamentos (Êxodo 20:3–17) foram escritos pelo próprio dedo de Deus. Jesus reforçou a sua importância: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças.’ Este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo.’ Não há outro mandamento maior do que estes” (Marcos 12:30, 31). Ele acrescentou: “‘Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas’” (Mateus 22:40).

As palavras de Deus aos israelitas no Monte Sinai e a nós hoje (Hebreus 1:1, 2) mostram-nos que a lei está totalmente ligada aos relacionamentos. Deus deu a lei como uma proteção para preservar o nosso relacionamento com Ele e com os outros. No entanto, Satanás distorceu a beleza da lei de Deus, levando alguns a vê-la como um fardo. O legalismo, em vez do amor e da liberdade, é muitas vezes associado à lei, embora a Bíblia nos diga: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados” (1João 5:3). Reflita nestas questões:

1. Em uma escala de 1 a 5, quão preciosa é para mim a Palavra viva de Deus (e a lei, como parte dela)?

2. Quando penso na lei de Deus, acredito que ela tira a minha liberdade ou me fortalece? Se me sinto limitado, como posso compreendê-la melhor?

3. O que mudaria se a lei de Deus – o amor a Ele e ao próximo – estivesse no centro da minha vida, da minha família e da minha igreja?

Quarta, 27 de Maio

O próprio Jesus explicou de forma clara e direta qual é Sua relação com a lei de Deus?

6. Em Mateus 5:17, 18, o que Jesus disse a respeito da lei?

De forma semelhante à como os limites impostos pelos pais aos seus filhos revelam aquilo que valorizam, a lei de Deus mostra-nos o Seu caráter e o que é importante para Ele. Deus deu-nos a Sua lei para proteger o nosso relacionamento com Ele e com os outros, sabendo que essa lei guiaria todos os aspetos da nossa vida à medida que crescemos Nele. Afinal, quem nunca sofreu as terríveis consequências que o pecado, isto é, a violação da lei, trouxe a cada um de nós?

O amor por Jesus está no centro da lei. Jesus disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15). Quando amamos verdadeiramente a Jesus, somos naturalmente levados a obedecer à Sua lei. Quando compreendemos claramente a Sua lei, sentimos um impulso ainda maior de amar a Jesus. E, mais importante ainda, manter sempre diante dos nossos olhos a visão da Cruz e da morte substitutiva de Cristo por nós é a melhor forma de fortalecer o nosso amor por Deus.

É por isso que o evangelho anda de mãos dadas com a lei. Ou seja, por mais que creiamos na lei e na importância de a guardar, devemos sempre lembrar-nos de que, em termos da nossa posição diante de Deus, a lei apenas condena. A lei nunca perdoa, nunca justifica e nunca expia. Pelo contrário, ela revela por que precisamos de perdão, por que precisamos de justificação e por que precisamos de expiação. É por isso que, juntamente com a lei — e, na verdade, como base para a sua correta compreensão — está o evangelho, a morte de Cristo em nosso favor, que faz por nós aquilo que a lei nunca pode fazer: justificar-nos diante de Deus.

7. Leia Romanos 3:28; Romanos 4:13-16; Gálatas 2:16; Gálatas 3:13; Filipenses 3:9. O que esses textos nos ensinam sobre como, mesmo valorizando a obediência á lei, podemos evitar o legalismo?

Quinta, 28 de Maio

No Sermão do Monte, Jesus fala muito sobre relacionamentos — com Ele e com os outros. Ele diz algo muito marcante perto do final da Sua mensagem:

“‘Nem todo o que me diz: “Senhor, Senhor” entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus’” (Mateus 7:21).

Jesus explica que alguns irão chamá-Lo e claramente saberão sobre Ele, sem realmente O conhecerem. Claro, buscar conhecimento é importante, e a Bíblia diz-nos que o povo de Deus pode ser destruído por falta de conhecimento de Deus e por rejeitar esse conhecimento (Oseias 4:1, 6, 10). Nunca devemos desvalorizar a importância das verdades bíblicas eternas. Mas, se esse conhecimento não nos transforma nem aprofunda o nosso compromisso e a nossa caminhada com Deus, ele não serve de nada.

“‘E a vida eterna é esta: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste’” (João 17:3). Jesus afirmou que o requisito para entrar no céu é fazer a vontade de Deus e, em última análise, conhecer a Deus — pois não podemos fazer a Sua vontade sem O conhecermos. Este é o fator determinante e uma expectativa perfeitamente razoável. Se os teus filhos dizem que te amam e normalmente fazem o que pedes, as suas ações revelam a profundidade do seu amor e respeito por ti.

Da mesma forma, quando amamos a Deus, desejamos fazer a Sua vontade, porque sabemos que não há nada melhor para nós! A nossa resposta a Ele e, em última análise, a nossa obediência como resultado do nosso amor, revelam a verdadeira natureza do nosso relacionamento com Deus.

8. Leia Mateus 7:24-29. Jesus concluiu o Sermão do Monte com um apelo forte. Qual foi?

Quando realmente ouvimos as mensagens de Jesus, não conseguimos deixar de ser desafiados e transformados. Mas, antes de tudo, os nossos ouvidos precisam de estar abertos e o nosso coração recetivo, para que o plano de viver um relacionamento íntimo com Deus seja gravado na nossa alma a cada respiração que damos. Assim, a nossa vida pode ser edificada sobre a Rocha e sobre o plano perfeito de Deus para nós.

Este plano de um relacionamento próximo com Deus não é segredo. Está revelado nas páginas da Palavra inspirada de Deus, e Ele oferece-o a todas as pessoas. Cabe a cada um aceitar esse plano pela fé, apropriar-se da perfeita justiça de Cristo e, então, viver essa justiça no dia a dia.

Sexta, 29 de Maio

Não deve surpreender-nos que o tema da lei seja tão distorcido e mal compreendido, tendo em conta que o desafio final de Satanás contra Deus estava relacionado com a Sua lei.

Alguns, nos dias de Jesus, pensavam que Ele tinha vindo abolir a lei, mas nada poderia estar mais longe da verdade. Jesus trouxe luz sobre a lei e sobre o belo caráter de Deus, e veio cumprir a lei (Mateus 5:17, 18) para nos mostrar como Deus é.

“Somente quando a reverência pela santa Palavra de Deus fosse cultivada no coração do povo, poderiam eles esperar cumprir o propósito divino. Foi o respeito pela lei de Deus que deu força a Israel durante o reinado de Davi e nos primeiros anos do governo de Salomão; foi por meio da fé na Palavra viva que a reforma foi realizada nos dias de Elias e de Josias. E foi a essas mesmas Escrituras da verdade, a mais rica herança de Israel, que Jeremias apelou nos seus esforços de reforma.” — Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 273.

Questões para discussão:

1 Como a cultura popular enxerga o pecado hoje? Como nossa igreja deveria responder a essa visão?

2 Você já presenciou, na prática, o pecado destruir relacionamento com Deus e com outras pessoas? Como isso aconteceu?

3 Obedecer à lei de Deus tem sido fácil ou difícil para você? Que fatores contribuem para isso?

4 Como nós Adventistas – cujo próprio nome mostra o quanto levamos a lei a sério, podemos evitar o legalismo, isto é, a ideia de que nossa obediência nos salva? Faça um exercício de reflexão: No dia do juízo, quando cada pecado for apresentado diante de um Deus santo e perfeito, em que você vai confiar? Na sua obediência á lei ou na justiça perfeita de Jesus em seu lugar?

5 De que maneira o conhecimento (ou a falta dele) pode afetar o relacionamento de alguém com Deus? (Leia Provérbios 24:3, 13, 14).

Informativo mundial da Missão

Tarsis Gomes, um estudante de 19 anos, recebia uma mesada mensal de 50 reais brasileiros (equivalente a 50 dólares na época) do seu pai. Depois de dar 5 reais de dízimo e 5 reais de oferta, ficavam-lhe 40 reais para despesas universitárias.

Num Sábado, depois de entregar o dízimo e a oferta na igreja, um amigo chamado Nivaldo pediu ajuda a Tarsis para comprar pneus novos para a sua cadeira de rodas. Tarsis não hesitou:

— Claro, vou dar-te vinte reais — disse.

Depois, um segundo amigo, Jairo, também pediu ajuda. Ele cantava num grupo a cappella chamado Communion, que estava a fazer uma tournée pelas igrejas do Brasil, e precisavam de dinheiro para alojamento.

— Claro, vou dar-te vinte reais — disse Tarsis.

Ele esqueceu-se de que precisava de 23 reais para pagar as propinas da universidade naquele mês.

Alguns dias depois, Tarsis entrou na fila de um multibanco para levantar dinheiro para as propinas. A sua irmã, que também era estudante, estava com ele. Foi então que se lembrou de que já tinha prometido os 40 reais que restavam após o dízimo e a oferta aos seus dois amigos. Começou a falar com Deus:

— Por que permitiste que eu fizesse essas promessas? — perguntou, cabisbaixo. — Como posso ajudar as pessoas se não estudar? O que dirá o meu pai?

Naquele momento, sentiu que Deus lhe dizia: “Olha para o multibanco.” Ele levantou os olhos e viu dinheiro a sair da ranhura do dispensador. Então, alguém aproximou-se do multibanco e levantou dinheiro, mas a nota permaneceu lá. Ele não podia acreditar. Orou:

— Senhor, se três pessoas usarem o multibanco e não virem esse dinheiro, então saberei que é para mim.

As três pessoas seguintes levantaram dinheiro, mas a nota continuou no mesmo lugar.

Com uma oração, Tarsis avançou na fila e aproximou-se do multibanco. Estendeu a mão e tirou uma nota de 50 reais da ranhura. Todos olharam para ele. Mais tarde, a sua irmã disse que parecia que ele tinha tirado o dinheiro do nada. Num momento não havia dinheiro ali, e no seguinte estava na mão dele.

Tarsis não conseguia acreditar. Estava a tremer. No instante seguinte, a sua irmã estava ao seu lado, perguntando:

— Onde encontraste esse dinheiro?

— Aqui mesmo — respondeu. — Estava simplesmente ali no multibanco.

— Impossível — disse ela. — Se estivesse ali, eu teria visto.

Tarsis, hoje com 42 anos e agente da polícia militar em Recife, Brasil, já foi questionado sobre por que Deus lhe deu exatamente 50 reais e não mais. Ele responde:

— Porque eu não ajudei mais pessoas. Se eu tivesse oferecido ajuda a mais pessoas, Deus teria dado mais.

Para ele, os 50 reais faziam todo o sentido: 5 reais para o dízimo, 5 reais para a oferta e 40 reais para os amigos.

— Não ficamos pobres quando ajudamos as pessoas — disse ele. — Deus é quem nos sustenta. Sê fiel.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias diariamente em www.licao.org/historias.

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