Dependência e humildade
Sexta, 15 de Maio“Se consultarmos as nossas dúvidas e temores, ou tentarmos resolver tudo o que não conseguimos ver claramente, antes de termos fé, as perplexidades apenas aumentarão e se aprofundarão. Mas, se formos a Deus, sentindo-nos desamparados e dependentes, como realmente somos, e com fé humilde e confiante Lhe fizermos conhecer as nossas necessidades, Àquele cujo conhecimento é infinito, que vê tudo na criação e que governa tudo por Sua vontade e palavra, Ele pode e atenderá ao nosso clamor, e fará a luz brilhar em nosso coração. Por meio da oração sincera, somos postos em ligação com a mente do Infinito. Talvez não tenhamos nenhuma evidência marcante, naquele momento, de que o rosto do nosso Redentor esteja inclinado sobre nós em compaixão e amor, mas assim é. Talvez não sintamos Seu toque visível, mas Sua mão está sobre nós com amor e compassiva ternura” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 61)
“Nosso Deus é um Pai terno e misericordioso. Seu serviço não deve ser visto como um exercício triste e angustiante. Deve ser um prazer adorar ao Senhor e tomar parte em Sua obra. Deus não quer que Seus filhos, para os quais foi provida tão grande salvação, ajam como se Ele fosse um senhor severo e exigente. Ele é o melhor amigo deles; e, quando O adoram, espera estar com eles, para abençoá-los e confortá-los, enchendo-lhes o coração de alegria e amor. O Senhor deseja que Seus filhos encontrem consolo em Seu serviço e encontrem mais prazer do que dificuldade em Sua obra. Deseja que aqueles que vêm adorá-Lo levem consigo preciosos pensamentos acerca de Seu cuidado e amor, para que sejam animados em todas as ocupações da vida diária, para que tenham graça para agir com honestidade e fidelidade em todas as coisas.
“Devemos nos reunir em torno da cruz. Cristo e Ele crucificado devem ser o tema da contemplação, da conversa e da nossa mais alegre emoção. Devemos conservar em nossos pensamentos toda bênção que recebemos de Deus, e, ao percebermos Seu grande amor, devemos estar dispostos a confiar tudo à mão que foi pregada na cruz por nós.
“A alma pode elevar-se para mais perto do Céu nas asas do louvor. Deus é adorado com cântico e música nas cortes celestiais, e, ao expressarmos a nossa gratidão, aproximamo-nos da adoração dos exércitos celestiais. ‘Aquele que oferece louvor Me glorificará’. Salmos 50:23. Apresentemo-nos, pois, diante do nosso Criador com reverente alegria, com ‘ações de graças e voz de melodia’. Isaías 51:3” (Caminho a Cristo, p. 65, 66)